Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Factores sociodemográficos y clínicos asociados a la crisis hipertensiva

    1. [1] Instituto Mexicano del Seguro Social

      Instituto Mexicano del Seguro Social

      México

    2. [2] Universidad Juárez Autónoma de Tabasco

      Universidad Juárez Autónoma de Tabasco

      México

  • Localización: Prisma Journal, ISSN-e 3091-1893, Vol. 2, Nº. 1, 2026, págs. 22-30
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Fatores sociodemográficos e clínicos associados à crise hipertensiva
    • Sociodemographic and Clinical Factors Associated with Hypertensive Crises
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La hipertensión arterial (HTA) constituye uno de los principales problemas de salud pública a nivel mundial y el factor de riesgo modificable más importante para la enfermedad cardiovascular. Dentro de este espectro, las crisis hipertensivas representan la manifestación más grave del mal control tensional y se clasifican en urgencias hipertensivas, sin daño agudo a órganos diana, y emergencias hipertensivas, caracterizadas por daño orgánico progresivo que compromete la vida y requiere manejo inmediato. A pesar de los avances terapéuticos, estas crisis continúan siendo frecuentes en los servicios de urgencias y se asocian a elevada morbimortalidad, especialmente cuando no se tratan de forma oportuna. La evidencia demuestra que las crisis hipertensivas tienen una naturaleza multifactorial, resultado de la interacción entre factores clínicos y determinantes sociales de la salud. Entre los factores sociodemográficos destacan la edad avanzada, el sexo femenino en etapas postmenopáusicas, la pertenencia a grupos étnicos históricamente marginados y el bajo nivel socioeconómico, todos ellos asociados a peor control de la HTA, mayor prevalencia de comorbilidades y barreras de acceso a la atención sanitaria. Desde el punto de vista clínico, el mal control crónico de la presión arterial, la falta de adherencia terapéutica, la enfermedad renal crónica, la apnea obstructiva del sueño y la suspensión abrupta de antihipertensivos emergen como los principales factores de riesgo. Un enfoque integrativo permite comprender que las desigualdades sociales actúan a través de mediadores clínicos, potenciando la vulnerabilidad a las crisis hipertensivas.

    • English

      High blood pressure (HBP) is one of the main public health problems worldwide and the most important modifiable risk factor for cardiovascular disease. Within this spectrum, hypertensive crises represent the most serious manifestation of poor blood pressure control and are classified as hypertensive urgencies, without acute damage to target organs, and hypertensive emergencies, characterized by progressive organ damage that is life-threatening and requires immediate management. Despite therapeutic advances, these crises continue to be frequent in emergency departments and are associated with high morbidity and mortality, especially when not treated promptly. Evidence shows that hypertensive crises are multifactorial in nature, resulting from the interaction between clinical factors and social determinants of health. Notable sociodemographic factors include advanced age, female gender in postmenopausal stages, membership in historically marginalized ethnic groups, and low socioeconomic status, all of which are associated with poorer control of hypertension, higher prevalence of comorbidities, and barriers to accessing healthcare. From a clinical point of view, poor chronic blood pressure control, lack of therapeutic adherence, chronic kidney disease, obstructive sleep apnea, and abrupt discontinuation of antihypertensive drugs emerge as the main risk factors. An integrative approach allows us to understand that social inequalities act through clinical mediators, increasing vulnerability to hypertensive crises.

    • português

      A hipertensão arterial (HTA) constitui um dos principais problemas de saúde pública em nível mundial e o fator de risco modificável mais importante para a doença cardiovascular. Dentro desse espectro, as crises hipertensivas representam a manifestação mais grave do mau controle pressórico e são classificadas em urgências hipertensivas, sem dano agudo a órgãos-alvo, e emergências hipertensivas, caracterizadas por dano orgânico progressivo que ameaça a vida e requer manejo imediato. Apesar dos avanços terapêuticos, essas crises continuam sendo frequentes nos serviços de emergência e estão associadas a elevada morbimortalidade, especialmente quando não são tratadas de forma oportuna. As evidências demonstram que as crises hipertensivas possuem natureza multifatorial, resultante da interação entre fatores clínicos e determinantes sociais da saúde. Entre os fatores sociodemográficos, destacam-se a idade avançada, o sexo feminino em fases pós-menopáusicas, a pertença a grupos étnicos historicamente marginalizados e o baixo nível socioeconômico, todos associados a pior controle da HTA, maior prevalência de comorbidades e barreiras de acesso à atenção em saúde. Do ponto de vista clínico, o mau controle crônico da pressão arterial, a falta de adesão terapêutica, a doença renal crônica, a apneia obstrutiva do sono e a suspensão abrupta de anti-hipertensivos emergem como os principais fatores de risco. Uma abordagem integrativa permite compreender que as desigualdades sociais atuam por meio de mediadores clínicos, potencializando a vulnerabilidade às crises hipertensivas.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno