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Complicaciones agudas en pacientes con enfermedad renal en hemodiálisis y su relevancia en población tabasqueña

    1. [1] Universidad Juárez Autónoma de Tabasco

      Universidad Juárez Autónoma de Tabasco

      México

    2. [2] Instituto Mexicano del Seguro Social

      Instituto Mexicano del Seguro Social

      México

  • Localización: Prisma Journal, ISSN-e 3091-1893, Vol. 2, Nº. 1, 2026, págs. 12-21
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Complicações agudas em pacientes com doença renal em hemodiálise e sua relevância na população tabasqueña
    • Acute complications in patients with kidney disease undergoing hemodialysis and their relevance in the Tabasco population
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La enfermedad renal crónica es reconocida como un problema de salud pública de creciente magnitud, con alta prevalencia e impacto significativo en la morbimortalidad. En etapas avanzadas, la progresión de esta enfermedad condujo a la necesidad de iniciar terapias de reemplazo renal, siendo la hemodiálisis una de las modalidades más utilizadas. Aunque este procedimiento permitió prolongar la supervivencia, también expone a los pacientes a cambios fisiológicos abruptos relacionados con el volumen intravascular, la osmolaridad y el equilibrio electrolítico, lo que favorece la aparición de complicaciones agudas durante la sesión dialítica. Se observó que las complicaciones agudas intradialíticas no fueron eventos aislados, sino fenómenos frecuentes que afectaron la tolerancia al tratamiento, la continuidad de la terapia y los desenlaces clínicos. Además de la hipotensión, se documentaron otras complicaciones agudas siendo las alteraciones electrolíticas y alteraciones del control de volumen de las más frecuentes. Estos eventos afectaron de forma directa la experiencia del paciente y condicionaron interrupciones de la sesión y control inadecuado del estado hídrico.

      En el contexto de Tabasco, se reconoció un perfil epidemiológico caracterizado por alta prevalencia de comorbilidades, con mayor susceptibilidad a estas complicaciones renales. La falta de registros locales limitó la toma de decisiones basada en evidencia, lo que reforzó la necesidad de generar información regional para mejorar la seguridad del paciente, la calidad de la atención y la planificación de estrategias preventivas en hemodiálisis.

    • English

      Chronic kidney disease is recognized as a public health problem of growing magnitude, with high prevalence and a significant impact on morbidity and mortality. In advanced stages, the progression of this disease led to the need to start renal replacement therapies, with hemodialysis being one of the most used modalities. Although this procedure allowed for prolonged survival, it also exposes patients to abrupt physiological changes related to intravascular volume, osmolarity, and electrolyte balance, which can lead to the onset of acute complications during the dialysis session. It was observed that intradialytic acute complications were not isolated events, but rather frequent phenomena that affected treatment tolerance, therapy continuity, and clinical outcomes. In addition to hypotension, other acute complications were documented, with electrolyte disturbances and volume control disorders being the most frequent. These events directly affected the patient experience and led to session interruptions and inadequate management of fluid status.  In the context of Tabasco, an epidemiological profile characterized by a high prevalence of comorbidities was recognized, with increased susceptibility to these renal complications. The lack of local records limited evidence-based decision-making, highlighting the need to generate regional information to improve patient safety, quality of care, and the planning of preventive strategies in hemodialysis.

    • português

      A doença renal crônica é reconhecida como um problema de saúde pública de magnitude crescente, com alta prevalência e impacto significativo na morbimortalidade. Em estágios avançados, a progressão dessa doença leva à necessidade de iniciar terapias de substituição renal, sendo a hemodiálise uma das modalidades mais utilizadas. Embora esse procedimento tenha permitido prolongar a sobrevida, também expõe os pacientes a mudanças fisiológicas abruptas relacionadas ao volume intravascular, à osmolaridade e ao equilíbrio eletrolítico, o que favorece o surgimento de complicações agudas durante a sessão dialítica. Observou-se que as complicações agudas intradialíticas não foram eventos isolados, mas fenômenos frequentes que afetaram a tolerância ao tratamento, a continuidade da terapia e os desfechos clínicos. Além da hipotensão, foram documentadas outras complicações agudas, sendo as alterações eletrolíticas e os distúrbios do controle de volume entre as mais frequentes. Esses eventos afetaram diretamente a experiência do paciente e condicionaram interrupções da sessão e controle inadequado do estado hídrico.

      No contexto de Tabasco, reconheceu-se um perfil epidemiológico caracterizado por alta prevalência de comorbidades, com maior suscetibilidade a essas complicações renais. A falta de registros locais limitou a tomada de decisões baseada em evidências, o que reforçou a necessidade de gerar informações regionais para melhorar a segurança do paciente, a qualidade da assistência e o planejamento de estratégias preventivas em hemodiálise.


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