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Turismo em unidades de conservação na Amazônia: reflexões a partir da Floresta Nacional de Carajás, no sudeste do Pará

    1. [1] Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

      Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará

      Brasil

  • Localización: Revista Caribeña de Ciencias Sociales (RCCS), ISSN-e 2254-7630, Vol. 13, Nº. 2, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Turismo en unidades de conservación en la Amazonia: reflexiones desde la Floresta Nacional de Carajás, en el sudeste de Pará
    • Tourism in conservation units in the Amazon: reflections from the Carajás National Forest in southeastern Pará
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo reflexiona sobre el reciente proceso de construcción del turismo ecológico en el Bosque Nacional de Carajás (Flona Carajás), ubicado en la mesorregión del sureste de Pará. En general, el turismo ecológico se considera una alternativa de práctica sostenible en la naturaleza y dinamización de la economía local. En este sentido, las Unidades de Conservación (UCs) tienen un gran potencial para el desarrollo de esta actividad, como es el caso de Flona Carajás, aunque presenta controversias entre la conservación de la biodiversidad, el desarrollo de prácticas de turismo ecológico y la explotación de mineral de hierro por parte de la minera Vale S.A. Esta explotación mineral ha provocado, a lo largo de los años, intensos conflictos socio-ambientales en la región, ejerciendo un fuerte dominio sobre el territorio, definiendo y restringiendo el acceso a bienes naturales. Por lo tanto, la sostenibilidad del turismo en un contexto de exploración minera plantea varias interrogantes, entre ellas sobre el discurso ambiental predicado por los actores sociales involucrados en este proceso. Para comprender esta dinámica, partimos de un enfoque cualitativo, tomando como referencia teórica autores como: Ansarah (1999); Furlan (2003); y Santos (2019). Para la recolección de datos se analizaron documentos técnicos, visitas in situ (2020-2021) y entrevistas semiestructuradas (2023) a actores sociales participantes en el proceso de construcción del turismo ecológico en Flona Carajás. Se concluye que, si bien el turismo verde se presenta como una alternativa sustentable que se opone a la degradación ambiental, los interesesde mercado de la apropiación de la naturaleza tienen el potencial de transformarlo en otro producto con valor de mercado, utilizando un discurso ambiental contradictorio que puede ocultar los conflictos socio-ambientales existentes en la región.

    • English

      The article reflects on the recent process of building ecological tourism in the National Forest of Carajás (Flona Carajás), located in the mesoregion of southeastern Pará. In general, ecological tourism is considered as an alternative of sustainable practice in the nature and dynamization of the local economy. In this sense, the Conservation Units (UCs) have great potential for the development of this activity, as is the case of Flona Carajás, although it presents controversies between the conservation of biodiversity, the development of ecological tourism practices and the exploitation of iron ore by mining company Vale S.A. This mineral exploitation has caused, over the years, intense socio-environmental conflicts in the region, exercising strong dominance over the territory, defining and restricting access to natural goods. Therefore, the sustainability of tourism in a context of mineral exploration raises several questions, including about the environmental discourse preached by the social actors involved in this process. In order to understand this dynamic, we started from a qualitative approach, taking as a theoretical reference authors such as: Ansarah (1999); Furlan (2003); and Santos (2019). For the data collection, technical documents were analyzed, as well as on-site visits (2020-2021) and semi-structured interviews (2023) with social actors participating in the process of building ecological tourism in Flona Carajás. It is concluded that, although green tourism presents itself as a sustainable alternative that opposes environmental degradation, the market interests of nature appropriation have the potential to transform it into another product with market value, using a contradictory environmental discourse that can hide the existing socio-environmental conflicts in the region.

    • português

      O artigo reflete sobre o recente processo de construção do turismo ecológico na Floresta Nacional de Carajás (Flona Carajás), localizada na mesorregião do sudeste do Pará. De modo geral, o turismo ecológico é apontado como uma alternativa de prática sustentável na natureza e dinamização da economia local. Neste sentido, as Unidades de Conservação (UCs) apresentam grande potencial para o desenvolvimento desta atividade, como é o caso da Flona Carajás, ainda que ela apresente controversas entre a conservação da biodiversidade, o desenvolvimento de práticas de turismo ecológico e a exploração do minério de ferro pela mineradora Vale S.A. Essa exploração mineral provocou, ao longo dos anos, intensos conflitos socioambientais na região, exercendo forte domínio sobre o território, definindo e restringindo o acesso aos bens naturais. Sendo assim, a sustentabilidade do turismo em um contexto de exploração mineral, suscita diversas questões, inclusive sobre o discurso ambiental pregado pelos atores sociais envolvidos neste processo. Para compreender esta dinâmica, partimos de uma abordagem qualitativa, tendo como referencial teórico autores como: Ansarah (1999); Furlan (2003); e Santos (2019). Para a coleta de dados foram analisados documentos técnicos, além da realização de visitas in loco (2020-2021) e entrevistas semiestruturadas (2023) com atores sociais que participam do processo de construção do turismo ecológico na Flona Carajás. Conclui-se que, apesar do turismo ecológico se apresentar como alternativa sustentável que se opõe à degradação ambiental, os interesses mercadológicos de apropriação da natureza têm potencial para transformá-la em mais um produto com valor de mercado, se utilizando de um discurso ambiental contraditório que pode ocultar os conflitos socioambientais existentes na região.


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