Este artigo busca problematizar a práxis formativa de uma formadora de professores/as de inglês em uma universidade pública brasileira por meio da escrita autoetnográfica, tomando como ponto de partida a relação intrínseca entre a reflexividade inerente à filosofia da práxis e a autoetnografia enquanto metodologia de pesquisa e prática de formação continuada. Toma-se o pensamento decolonial como epistemologia balizadora das reflexões e problematizações aqui levantadas, no intuito de debater binômios e dicotomias acerca da formação docente em um curso de licenciatura única. Conclui-se que, no contexto em voga, apesar das melhores intenções, podemos estar falhando em articular a formação crítica almejada no Projeto Pedagógico de Curso com as dimensões da teoria e da técnica, indicando também que nossas expectativas quanto à formação profissional não escapam a diversas colonialidades que, portanto, precisam ser interrompidas.
This article seeks to problematize the formative praxis of an English teacher educator at a Brazilian public university through this autoethnographic writing, departing from the intrinsic relationship between the reflexivity inherent to the philosophy of praxis and autoethnography as a research methodology as well as a lifelong education practice. Decolonial thinking is taken as a guiding epistemology for the reflections and problematizations raised here to debate binomials and dichotomies regarding formal teacher education in a single degree course. It is concluded that, in the appointed context, despite the best intentions, we may be failing to articulate the critical pre-service teacher education desired in the course pedagogical project/curriculum with the dimensions of theory and technique, also indicating that our expectations regarding professional education do not escape various colonialities that, therefore, need to be interrupted.
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