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Brasil
This article seeks to discuss a reality that is still largely absent in debates about the academic life and Brazilian public universities: their undergraduates' mental health. To this end, we point to the university context and praxis as steeped in coloniality. Departing from evaluation issues, but without being tied to them, I make considerations and critical reflections about the mental health of undergraduates in an English teacher education course through autoethnography, narrating my trajectory with the aforementioned theme as a professor in charge of a project-based teaching/learning discipline, as well as course coordinator. I hope that my self-critical and decolonial reflections serve as a wake-up call for Critical Applied Linguistics, as well as for the academic community in general.
Este artigo busca discutir uma realidade ainda bastante ausente nos debates sobre a vida acadêmica e a universidade pública brasileira: a saúde mental de seus graduandos. Para tanto, aponta-se para o contexto universitário como lócus impregnado de colonialidades em suas práticas formativas, bem como na construção do conhecimento que nele se dá. A partir da temática da avaliação, mas sem me prender a ela, teço considerações e análises críticas sobre a saúde mental de graduandos de um curso de Licenciatura em Letras Inglês por meio da autoetnografia, narrando minha trajetória com o tema em voga enquanto docente responsável por uma disciplina de projetos de ensino, bem como enquanto coordenadora de curso. Espero que minhas reflexões autocríticas e decoloniais sirvam como alerta para a Linguística Aplicada Crítica, bem como para a comunidade acadêmica em geral.
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