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Afrontando a necropolítica no Brasil: recursos linguísticos arrojados e artivismo como formas de sobreviver

    1. [1] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

    2. [2] Universidade Estadual de Campinas

      Universidade Estadual de Campinas

      Brasil

  • Localización: Revista Brasileira de Linguística Aplicada: (RBLA), ISSN 1676-0786, ISSN-e 1984-6398, Vol. 23, Nº. 3, 2023 (Ejemplar dedicado a: Transperiferias: uma proposta para pesquisas socialmente engajadas)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Confronting Necropolitics in Brazil: Defiant Linguistic Resources and Artvism as Ways of Surviving
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This paper draws from the ethnography that we, two researchers in Applied Linguistics, have carried out for a decade in the Complexo do Alemão favelas, in Rio de Janeiro. Favelas are inhabited by a mostly Black population, who are disproportionately affected by Brazil’s notorious necropolitics. Further, the monopoly of violence in Brazil is not exclusive to the State, as the “world of crime”, even if fragmented, is also a relevant agent in this dynamic. The sociology of violence posits that the crossfire between the State and other armed agents stifle residents’ political demands. Yet we engage with some residents who speak up and create innovative ways to confront the violence that is aimed at them. In this paper, we explore digital rockets, the papo reto activist register and artivism as modes of surviving enacted by favela residents in their pursuit of more equitable futures.

    • português

      Este artigo tem raízes na etnografia que nós, dois pesquisadores em Linguística Aplicada, realizamos há mais de 10 anos no Complexo do Alemão carioca. Territórios periféricos como esse são marcados por uma necropolítica imposta pelo Estado brasileiro, que violenta e executa, principalmente, a população negra predominante nessas áreas. A regulação da violência no Brasil, contudo, não é exclusividade do Estado, pois o “mundo do crime”, mesmo fragmentado, também é agente relevante nessa dinâmica. Em meio ao fogo cruzado que se estabelece entre o Estado e os outros agentes dessa gestão armada, moradores de favelas constroem formas criativas de afrontar as violências, inclusive letais, que lhes são destinadas. Aqui, exploramos os fogos digitais, o registro ativista papo reto e o artivismo como estratégias dos moradores de favela para sobreviver e construir futuros mais justos.


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