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Quem tem medo da fluidez na linguagem? podem es trans-subalternes falar?

    1. [1] Universidade Federal de São Paulo

      Universidade Federal de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Revista Brasileira de Linguística Aplicada: (RBLA), ISSN 1676-0786, ISSN-e 1984-6398, Vol. 23, Nº. 1, 2023 (Ejemplar dedicado a: Translanguaging and Language Policy)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Who’s Afraid of the Fluidity in Language? Can the Trans-Subaltern Speak?
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this article, public space is not considered neutral, but an arena where meanings are contested and also negotiated. Thus, we defend that Linguistic Landscapes (LL) can be used as an educational tool for language learning and for interpreting political and social issues (SHOHAMY; GORTER, 2009, p. 9). Therefore, based upon language studies, visual literacies, aesthetics, politics and social inclusion, we call for a redefinition of the process of translanguaging and look for an understanding of this process beyond bilingualism and multilingualism. We defend the need to expand our understanding of translanguaging and situate it also within named and “bounded” languages. In order to tackle translanguaging and gender inclusive language, each section starts with the problematization of one or more Linguistic Landscape(s) from two contexts: The University of São Paulo or the city of São Paulo and we discuss the concepts of Différance and the trans-subaltern, the epistemic and violent representation of the Other, and how the concepts of Police and Politics (RANCIÈRE, 2004 ; 2010) hugely influence the aesthetics and meaning-making of translanguages and trans-bodies.

    • português

      Neste artigo, o espaço público não é considerado neutro, mas uma arena onde significados são contestados e, também, negociados. Como tal, defendemos que Paisagens Linguísticas (PL) podem ser usadas como uma ferramenta educacional para a aprendizagem de línguas e para a interpretação de questões políticas e sociais (SHOHAMY; GORTER, 2009, p. 9). Portanto, com base em estudos de linguagem, letramentos visuais, estética, política e inclusão social, clamamos por uma redefinição do processo de translinguagem e buscamos uma compreensão desse processo para além do bilinguismo e do multilinguismo. Defendemos a necessidade de expandir nosso entendimento sobre translinguagem e situá-la também no âmbito de linguagens nomeadas e “delimitadas”. Para abordar a translinguagem e a linguagem inclusiva de gênero, cada seção começa com a problematização de uma ou mais Paisagens Linguísticas de dois contextos: a Universidade de São Paulo ou a cidade de São Paulo e discutimos os conceitos de Différance e de trans-subalterne, a representação epistêmica e violenta de Outre, e como os conceitos da Polícia e da Política (RANCIÈRE, 2004; 2010) influenciam de forma decisiva a estética e a significação das translinguagens e de corpos trans.


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