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Estirando o tapete vermelho: uma crítica às motivações neoliberais orientadoras da promoção de escolas bilíngues públicas para crianças no Brasil

    1. [1] Universidade Federal do Maranhão

      Universidade Federal do Maranhão

      Brasil

    2. [2] Universidade Estadual de Londrina

      Universidade Estadual de Londrina

      Brasil

    3. [3] Michigan State University

      Michigan State University

      City of East Lansing, Estados Unidos

  • Localización: Revista Brasileira de Linguística Aplicada: (RBLA), ISSN 1676-0786, ISSN-e 1984-6398, Vol. 23, Nº. 1, 2023 (Ejemplar dedicado a: Translanguaging and Language Policy)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Rolling Out the Red Carpet: A Critique of Neoliberal Motivations Orienting the Promotion of Public Bilingual Schools to Young Learners in Brazil
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      No que diz respeito a ser uma criança bilíngue no Brasil, não se trata de qualquer forma de bilinguismo, mas aquela que é valorizada. Apesar de sua caracterização, o inglês é visto como uma mercadoria; frequentemente vendido como a única ferramenta responsável pelo desenvolvimento profissional e sucesso financeiro, mesmo quando se trata de crianças. O argumento central neste artigo é que alguns políticos brasileiros fizeram a coisa certa (i.e., promover o Ensino de Língua Estrangeira, neste caso o Inglês ou o Espanhol, para jovens aprendizes) pelo motivo errado (i.e., acreditando que podem promover o Ensino de Língua Inglesa ou Espanhola agora para garantir o sucesso profissional das crianças no futuro). Para ilustrar esse ponto de vista, são considerados trechos de dois políticos brasileiros, além de excertos de outros atores sociais. À medida que o desenrolar, quatro questões são abordadas: (1) Aos desejos de quem uma sociedade do Sul global responde aos interesses; (2) Coisa certa pelos motivos errados?; (3) Quem pode andar no tapete vermelho?; e (4) Onde o tapete mágico promete nos levar?

    • English

      When it comes to being a bilingual child in Brazil, it is not about any form of bilingualism, however, that is valued. Despite its characterisation, English is seen as a commodity, often sold as the sole tool responsible for professional development and financial success, even when considering children. The core argument of this paper is that some Brazilian politicians have done the right thing (i.e., promoting a Foreign Language Education, in this case English or Spanish, to young learners) for the wrong reason (i.e., believing they can promote the English or Spanish Language Education to guarantee the children’s professional success in the future). In order to illustrate this viewpoint, excerpts from two Brazilian politicians are considered, besides excerpts from other social actors. As the analysis unfolds, four questions are addressed: (1) To whose desires is a society of the global South responding to whose desires?; (2) Right thing for the wrong reasons?; (3) Who gets to walk on the red carpet?; and (4) Where does the magic carpet promise to take us?


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