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​Ícone e cognição: o ícone puro, os ícones perceptivos e os hipoícones

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

      Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Estudos Semióticos, ISSN-e 1980-4016, Vol. 21, Nº. 3, 2025 (Ejemplar dedicado a: Thematic issue - Iconicity; i-vii), págs. 1-21
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Icon and cognition: pure icon, perceptual icons, and hypoicons
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Unfortunately, the graduated variations of C. S. Peirce's concept of icon have been very little explored. Frequently, the concept is reduced to its simplest and most limited version, restricted to its position within the triad of icon, index, and symbol, even neglecting the elementary fact that the icon refers only to the relationship of the sign with its object of possible reference, and that this could be more productively understood when considering that, to be an icon, the sign can only be in itself a quali-sign and, in relation to the interpretant, a rheme. Moreover, hybrid forms of the icon with the classes of signs relating to secondness and thirdness are not usually explored. As if that weren't enough, the habit is to treat the icon in its aspect as a hypoicon, ignoring other possible variations of iconicity. Given these gaps, this text aims to analytically present the many possibilities of the semiotic functioning of the icon.

    • português

      Infelizmente as variações graduadas do conceito de ícone de C. S. Peirce têm sido muito pouco exploradas. Com frequência, o conceito fica reduzido à sua versão mais simples e limitada, restrita ao seu posicionamento na tríade do ícone, índice e símbolo, inclusive, negligenciando o fato que deveria ser elementar de que o ícone se refere apenas à relação do signo com seu objeto de possível referência e que poderia ser mais produtivamente compreendido quando se leva em consideração que, para ser ícone, o signo só pode ser em si mesmo um quali-signo e, em relação ao interpretante, um rema. Mais do que isso, não costumam ser exploradas as formas híbridas do ícone com as classes de signos relativas à secundidade e à terceiridade. Como se não bastasse, o hábito é tratar o ícone no seu aspecto de hipoícone, na ignorância de outras possíveis variações da iconicidade. Diante dessas lacunas, este texto pretende apresentar analiticamente as muitas possibilidades de funcionamento semiótico do ícone.


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