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Um beijo retórico: tradução e comentário da Carta 3.14 de Frontão a Marco Aurélio

    1. [1] Universidade Federal de Juiz de Fora

      Universidade Federal de Juiz de Fora

      Brasil

  • Localización: Classica: Revista Brasileira de Estudos Clássicos, ISSN 0103-4316, ISSN-e 2176-6436, Nº. 38, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • A rhetorical kiss: translation and commentary on letter 3.14 from fronto to marcus aurelius
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In his epistolary works, Fronto (2nd century CE) suggests that he had a significant connection with the Antonine dynasty, especially Marcus Aurelius, to whom he taught rhetoric. Richlin (2006) points to the predominantly erotic and physical content of such a bond, which Laes (2009), in turn, puts into question. In dialogue with this debate, this text has two objectives: i) to discuss how affection is portrayed by the orator in the letters as a way of convincing his audience of a certain privileged proximity to the imperial house in the context of aristocratic dispute and ii) to present our translation of epistle 3.14, addressed to Marcus Aurelius, one of the letters in which the author emphasizes the uniqueness of his bond with his student. To this end, we focused on ancient sources such as Catullus (Catull. 9), Ovid (Ov. Her.), and Marcus Aurelius (M. Aur. Med.), as well as contemporary research on the nature of the mentioned relationship and the scenario of competition among autocrats in the imperial period – e.g. Laes (2009) and Faversani (2024) respectively. The complexity of the controversy is emphasized in order to highlight the political and rhetorical nature of the correspondents’ friendship without necessarily canceling its loving dimension.

    • português

      Em seu epistolário, Frontão (séc. II EC) sugere ter expressiva conexão com os integrantes da dinastia antonina, sobretudo Marco Aurélio, de quem foi professor de retórica. Richlin (2006) aponta para o teor predominantemente erótico e físico de tal vínculo, o que Laes (2009), por seu turno, problematiza. Dialogando com esse debate, este texto tem dois objetivos: i) discutir como a afeição é retratada pelo orador, na correspondência, enquanto uma forma de convencer os seus de certa proximidade privilegiada com a casa imperial diante do contexto de disputa aristocrática e ii) apresentar nossa tradução para a epístola 3.14, destinada a Marco Aurélio, uma das cartas em que o autor enfatiza a singularidade de seu vínculo com o aluno. Para isso, recorremos a fontes antigas, como Catulo (Catull. 9), Ovídio (Ov. Her) e Marco Aurélio (M. Aur. Med.), além de estudos contemporâneos sobre a natureza da relação em questão e o cenário de competição entre autocratas no período imperial – e.g. Laes (2009) e Faversani (2024), respectivamente. Destaca-se a complexidade da controvérsia, de modo a evidenciar o caráter político e retórico da amizade dos correspondentes sem necessariamente anular sua dimensão amorosa.


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