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Despersonalizadas: análisis de los registros documentales sobre las mujeres indígenas en la frontera sur entre los siglos XVIII y XIX

    1. [1] Universidad Nacional de Luján

      Universidad Nacional de Luján

      Argentina

  • Localización: Tefros, ISSN-e 1669-726X, Vol. 23, Nº. 2, 2025 (Ejemplar dedicado a: Julio-diciembre), págs. 141-165
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Despersonalizadas: análise dos registos documentais sobre as mulheres indígenas na fronteira sul entre os séculos XVIII e XIX
    • Depersonalised: analysis of documentary records on Indigenous women in the southern frontier between the XVIII and XIX centuries
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Los diferentes territorios y espacios de la frontera, en el sur de Buenos Aires a fines del siglo XVIII, fueron escenario de las relaciones entre las autoridades hispano-criollas y las diferentes parcialidades indígenas. En las diversas formas que adoptaron estas interacciones, las mujeres indígenas fueron registradas por los funcionarios coloniales de manera cuantitativa y despersonalizada. En estos espacios de frontera (Nacuzzi, 2010) se dieron tanto situaciones que permitieron la creación de vínculos entre los actores, como también la intención de ejercer dominio desde un grupo hacia el otro. El binomio resistencia y complementariedad (Néspolo, 2012) permite identificar estos diferentes procesos, como los intercambios comerciales, los tratados, la competencia por los recursos, entre otros. En este contexto, nos proponemos analizar los datos registrados en distintos tipos de documentación (informes de Comandancia de Fronteras, Tratados de Paz, registros parroquiales, diarios de viajes, etc.); sobre la presencia y los roles de las mujeres indígenas. En la mayoría de estos documentos, se registraron diversas situaciones dónde las indias figuran de manera anónima y estadística, es por ello que el desafío es sistematizar y categorizar esos datos para lograr un análisis sobre los posibles roles que debieron cumplir las indias en las relaciones interétnicas.

        Video breve de la autora: https://youtu.be/tPcIo1P65oA

    • português

      Os diferentes territórios e espaços da fronteira, no sul de Buenos Aires, no final do século XVIII, foram o cenário das relações entre as autoridades hispano-criollas e as diferentes comunidades indígenas. Nas diferentes formas que estas relações assumiram, as mulheres indígenas foram registadas pelos funcionários coloniais de forma quantitativa e despersonalizada. Nestes espaços de fronteira (Nacuzzi, 2010), existiam tanto situações que permitiam a criação de laços entre os atores, como a intenção de exercer domínio de um grupo sobre sobre os outros. O binómio resistência e complementaridade (Néspolo, 2012) permite-nos identificar estes diferentes processos, tais como trocas comerciais, tratados, competição por recursos, entre outros. Neste contexto, propomos analisar os dados registados em diferentes tipos de documentação, como relatórios do Comando de Fronteira, tratados de paz, registos paroquiais, diários de viagem, etc. sobre a presença e os papéis das mulheres indígenas. Na maioria desses documentos, elas foram registradas em diferentes situações, de forma despersonalizada e quantitativa, razão pela qual o desafio é sistematizar e categorizar esses dados, a fim de alcançar uma análise dos possíveis papéis que as mulheres indígenas tiveram que desempenhar nas relações interétnicas.

    • English

      The different frontier territories and spaces in the south of Buenos Aires at the end of the eighteenth century, were the scenario for the relations between the Spanish-Creole authorities and the different Indigenous partialities. In all the various forms these relations took, Indigenous women were registered by colonial officials in a quantitative and depersonalised manner. In these frontier spaces (Nacuzzi, 2010) there were situations that allowed both the creation of links between actors as well as the exercise of dominance over each other. The binomial resistance and complementarity (Néspolo, 2012) allows us to identify different processes, such as trade exchanges, treaties, and competition for resources, among others. In this context, we propose to analyse the data on the Indigenous women’s presence and their roles, recorded in different types of documentation -among them, Border Command reports, peace treaties, parish records, and travel diaries. In most of these documents, women were registered in different situations, in which Indigenous women appear in an anonymous and statistical way. This presents today the challenge to systematise and categorise these data so as to analyse the possible roles that Indigenous women must have  played  in interethnic relations.


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