Brasil
O estudo desenvolveu uma pasta proteica com pólen de Apis mellifera e oleaginosas como amêndoas, castanha de caju, amendoim e noz-pecã, visando um produto nutritivo e sustentável. Assim, o objetivo deste trabalho, foi desenvolver uma pasta proteica adicionada de pólen, avaliando sua composição nutricional e suas características sensoriais. Inicialmente, três formulações, PNCP: noz-pecã, castanha de caju e pólen; PAAP: pasta composta por amêndoas, amendoim e pólen e PCAP: pasta de castanha de caju, amendoim e pólen, que foram avaliadas quanto ao teor de proteínas. As duas com maiores teores proteicos (PAAP e PCAP) foram submetidas a análises mais completas, incluindo lipídeos, umidade, cinzas, fibra bruta, carboidrato estimado, valor energético estimado, aflatoxinas e avaliação sensorial. A PAAP destacou-se pela maior concentração proteica e teor de fibras, enquanto a PCAP apresentou maior valor energético estimado e teor de carboidratos estimados. As análises sensoriais indicaram boa aceitabilidade para aroma e aparência, com índices médios de aceitação acima de 75%, porém o sabor foi o atributo menos aceito, sugerindo ajustes na formulação. Ambos os produtos atenderam às regulamentações de segurança alimentar quanto a níveis seguros de aflatoxinas. A pesquisa concluiu que a pasta proteica foi considerada aceitável e se constitui uma formulação inovadora, com potencial para o mercado saudável recomendando aprimoramentos no sabor e exploração de novos ingredientes.
The study developed a protein paste with Apis mellifera pollen and oilseeds such as almonds, cashews, peanuts, and pecan nuts, aiming for a nutritious and sustainable product. Thus, the objective of this work was to develop a protein paste added with pollen, evaluating its nutritional composition and sensory characteristics Initially, three formulations, PNCP: pecan nut, cashew nut and pollen; PAAP: paste composed of almonds, peanuts and pollen and PCAP: paste of cashew nut, peanuts and pollen, were evaluated for protein content. The two with the highest protein contents (PAAP and PCAP) were subjected to more comprehensive analyses, including lipids, moisture, ash, crude fiber, estimated carbohydrate, estimated energy value, aflatoxins, and sensory evaluation. PAAP stood out for its higher protein concentration and fiber content, while PCAP presented a higher estimated energy value and estimated carbohydrate content. Sensory analyses indicated good acceptability for aroma and appearance, with average acceptance rates above 75%, but flavor was the least accepted attribute, suggesting adjustments to the formulation. Both products met food safety regulations regarding safe levels of aflatoxins. The research concluded that the protein paste was considered acceptable and constitutes an innovative formulation with potential for the healthy market, recommending improvements in flavor and exploration of new ingredients.
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