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O mito verde-amarelo e sua atualidade: algumas considerações sobre a extrema direita no Brasil do início do século XXI, a partir da obra de Marilena Chaui

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Anacronismo e irrupción: Revista de teoría y filosofía política clásica y moderno, ISSN-e 2250-4982, Vol. 15, Nº. 29, 2025 (Ejemplar dedicado a: Tiranías), págs. 54-85
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Green-Yellow Myth and its Relevance Today: Some Considerations on the Extreme Right in Brazil at the Beginning of the 21st Century, Based on the Work of Marilena Chaui
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Throughout her work, Marilena Chaui constructs several concepts to reflect on Brazil, its foundation, formation, and authoritarian society. These concepts are still useful for reflecting on the current Brazilian political landscape, especially in the far-right demonstrations of the early 21st century. Throughout Brazil's history, the author finds the repetition of the same founding myth, updated in representations that conceal contradictions, silence conflicts, and perpetuate the image of a country naturally great, with an orderly and nonviolent people and a future of progress. This founding myth is sustained by the nationalist ideology of Brazil, and through the millenarian argument of theological-political power. Even today, this same founding myth recurs —the same green-and-yellow myth and the same holy war— underpinning the beliefs and representations adopted by the far right in early 21st-century Brazil: the same ideology concealing the same authoritarian society.

    • português

      Marilena Chaui ao longo de sua obra constrói alguns conceitos para pensar o Brasil, sua fundação, formação e sociedade autoritária. Tais conceitos são ainda úteis para pensar o cenário político brasileiro atual, especialmente as manifestações de extrema direita deste início do século XXI. A autora encontra ao longo da história do Brasil a repetição de um mesmo mito fundador que se atualiza em representações que vão esconder contradições, calar conflitos e perpetuar a imagem de um país grande por natureza, com um povo ordeiro e não-violento e um futuro de progresso. Este mito fundador se sustenta no ideário verde-amarelo nacionalista, e através do argumento milenarista, do poder teológico-político. Ainda hoje esse mesmo mito fundador se repete, o mesmo mito verde-amarelo e a mesma guerra santa, sustentam as crenças e representações assumidas pela extrema direita no Brasil do início do século XXI: a mesma ideologia que esconde a mesma sociedade autoritária


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