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“What’s up? Whatsapp!”: A new way of collecting data for qualitative research

    1. [1] Universidade Federal da Paraíba

      Universidade Federal da Paraíba

      Brasil

  • Localización: Revista Caribeña de Ciencias Sociales (RCCS), ISSN-e 2254-7630, Vol. 14, Nº. 10, 2025
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • “¿Qué pasa? ¡Whatsapp!”: Una nueva forma de recolectar datos para la investigación cualitativa
    • “E aí? Whatsapp!”: Uma nova forma de coleta de dados em pesquisas qualitativas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo examina el potencial metodológico de WhatsApp como herramienta para la investigación cualitativa. A partir de dos estudios piloto con estudiantes de posgrado en Administración, se analizan las ventajas y limitaciones del uso de WhatsApp para entrevistas estructuradas. El primer estudio, desde una perspectiva interpretativa- interaccionista, exploró las emociones de los estudiantes; el segundo, con un enfoque positivista-funcional, investigó las competencias requeridas de los docentes en el nivel de posgrado. Los resultados señalan beneficios como la accesibilidad, la flexibilidad en la comunicación sincrónica y asincrónica, la comodidad de los participantes y la eficiencia temporal. Sin embargo, también se identifican desafíos como la menor interacción, posibles distracciones y cuestiones de almacenamiento de datos. Asimismo, se discuten aspectos éticos relacionados con el consentimiento informado, la confidencialidad, la propiedad de los datos y los límites entre comunicación personal y profesional. Se concluye que WhatsApp puede enriquecer la investigación cualitativa siempre que se consideren cuidadosamente estas cuestiones éticas.

    • English

      This paper explores the methodological potential of WhatsApp as a tool for qualitative research. Drawing on two pilot studies with graduate students in Management, we analyze the advantages and limitations of using WhatsApp for structured interviews. The first study, adopting an interpretive-interactionist stance, focused on students’ emotions, while the second, grounded in a positivist-functional perspective, investigated competencies required of graduate-level teachers. Findings highlight advantages such as accessibility, flexibility in synchronous and asynchronous communication, participant comfort, and time efficiency. Nonetheless, challenges include reduced interaction, potential distractions, and data storage concerns. Ethical issues—such as informed consent, confidentiality, data ownership, and the management of personal-professional boundaries—are also discussed. We conclude that WhatsApp can enrich qualitative research by broadening access to participants and generating reliable data when accompanied by careful ethical considerations. This methodological innovation may contribute to expanding qualitative approaches within the social sciences.

    • português

      Este artigo explora o potencial metodológico do WhatsApp como ferramenta para a pesquisa qualitativa. Com base em dois estudos piloto realizados com estudantes de pós- graduação em Administração, analisam-se as vantagens e limitações do uso do WhatsApp para entrevistas estruturadas. O primeiro estudo, a partir de uma perspectiva interpretativo-interacionista, investigou as emoções vivenciadas pelos discentes; o segundo, de orientação positivista-funcionalista, buscou compreender as competências necessárias aos docentes de nível stricto sensu. Os resultados evidenciam benefícios como acessibilidade, flexibilidade na comunicação síncrona e assíncrona, familiaridade dos participantes com a ferramenta e eficiência no processo de coleta de dados. Contudo, identificam-se desafios como menor interação imediata, distrações potenciais e questões de armazenamento dos dados. Também são discutidos aspectos éticos relacionados ao consentimento informado, à confidencialidade, à propriedade dos dados e aos limites entre comunicação pessoal e profissional. Conclui-se que o WhatsApp pode enriquecer a pesquisa qualitativa, desde que acompanhado de rigor metodológico e responsabilidade ética.


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