Este trabajo propone un enfoque teórico-narrativo-práctico, utilizando el diseño gráfico y las prácticas tipográficas disidentes experimentales como medios para expandir la representación del cuerpo y promover lenguajes más inclusivos. Los experimentos surgen de la observación de cómo, en la sociedad occidental, las representaciones corporales suelen estar vinculadas a imaginarios binarios y normativos, reflejados en todo, desde libros de ciencias sobre el cuerpo humano en la escuela primaria hasta manuales de ergonomía/antropometría y otros recursos que refuerzan los estándares patriarcales. A partir de esta observación, el estudio propone reivindicar otras formas de producir la representación del cuerpo utilizando tipografías no convencionales, especialmente dingbats, para construir nuevas visualidades y cuestionar la rigidez de la antropometría tradicional. La investigación cuestiona cómo es posible incorporar cuerpos disidentes en el campo del diseño tipográfico, buscando generar representaciones gráficas capaces de integrar diversas experiencias corporales en lenguajes visuales queer. Este enfoque sugiere que el diseño puede contribuir a la formación de prácticas de cuidado colectivo, articulando corporalidad, gráfica y lo social en un horizonte postbinario, para cuestionar: cómo representar cuerpos disidentes utilizando tipografías y lenguajes queer.
This work proposes a theoretical-narrative-practical approach, using graphic design and experimental dissident typographic practices as a means to expand the re-presentation of the body and promote more inclusive languages. The experiments arise from the observation of how in Western society, body representations are often linked to binary and normative imaginaries, reflected in everything from science books on the hu-man body in elementary school to ergonomics/anthropometry manuals and other resou-rces that reinforce patriarchal standards. Based on this observation, the study proposes to claim other ways of producing the representation of the body using unconventional fonts, especially dingbats, to construct new visualities and question the rigidity of traditional anthropometry. The research questions how it is possible to incorporate dissident bodies in the field of typographic design, seeking to generate graphic representations capable of integrating diverse bodily experiences in queer visual languages. This approach suggests that design can contribute to the formation of collective care practices, articulating cor-porality, graphics and the social in a post-binary horizon, in order to question: how to represent dissident bodies using queer typographies and languages.
Este trabalho propõe uma abordagem teórico-narrativa-prática, se utilizando do design gráfico e das práticas dissidentes tipográficas experimentais como meios para ampliar a representação do corpo e promover linguagens mais inclusivas. As experimen-tações surgem parte da observação de como na sociedade ocidental as representações corporais estão frequentemente vinculadas a imaginários binários e normativos, refletidos desde livros de ciência sobre o corpo humano do ensino básico até em manuais de ergo-nomia/antropometria e outros recursos que reforçam padrões patriarcais. A partir dessa observação, o estudo propõe reivindicar outras formas de se produzir a representação do corpo utilizando fontes não convencionais, especialmente dingbats, para construir novas visualidades e questionar a rigidez da antropometria tradicional. A pesquisa questiona como é possível incorporar corpos dissidentes no campo do design tipográfico, buscan-do gerar representações gráficas capazes de integrar diversas experiências corporais em linguagens visuais queer. Essa abordagem sugere que o design pode contribuir para a for-mação de práticas coletivas de cuidado, articulando a corporalidade, o gráfico e o social em um horizonte pós-binário, afim de questionar: como representar corpos dissidentes a partir de tipografias e linguagens queer.
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