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Gómez Sánchez, Walter
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Estrada Ocampo, Estefânia
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Fernández Villada, Juan David
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Garcia Tamayo, John
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Moya Ortega, Angie Yetzery
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Valencia, España
Introducción: El fútbol implica acciones intermitentes de alta intensidad y fases de recuperación. El control de la carga de entrenamiento resulta esencial para optimizar el rendimiento y prevenir lesiones. En este contexto, la termografía infrarroja se consolida como una herramienta útil para detectar alteraciones térmicas derivadas del esfuerzo.
Objetivo: Analizar la respuesta térmica de la piel en futbolistas durante situaciones de juego reducido.
Metodología: Se realizó un estudio cuantitativo de tipo piloto con mediciones repetidas en un solo grupo. Se evaluó la temperatura media de la piel en tres momentos: antes del juego 4x4 (pre), inmediatamente después (post) y tras 10 minutos (final). Participaron 48 futbolistas varones (24 ± 1 años; 176.7 ± 0.6 cm; 72.5 ± 3.5 kg; 12.6 ± 1.0% grasa corporal).
Resultados: Se observaron variaciones significativas en la temperatura de los miembros inferiores a lo largo de los momentos de medición, con incrementos posteriores al ejercicio y descensos durante la recuperación. Los cambios más pronunciados se presentaron en los miembros posteriores e izquierdos (p < .001; ES = 0.4–0.8). En el tren superior se evidenciaron diferencias significativas, con reducciones post esfuerzo y aumentos en la fase final, destacando los brazos anteriores derecho e izquierdo (p < .001; ES = 0.7–0.9). Las asimetrías térmicas más pronunciadas se concentraron en el muslo posterior y, en menor medida, en la pierna anterior (p < .05). En el tren superior, el brazo posterior izquierdo mostró un aumento significativo post esfuerzo (ES = 0.69).
Conclusión: La temperatura de la piel varía según el momento del juego, reflejando respuestas térmicas diferenciadas y posibles zonas de sobrecarga muscular.
Introduction: Football is characterised by intermittent high-intensity actions interspersed with recovery phases. Monitoring training load is essential to optimize performance and prevent injuries. In this context, infrared thermography serves as a valuable tool for detecting thermal alterations related to physical exertion.
Objective: To analyze the skin temperature response of football players during small-sided games.
Methodology: A quantitative study with repeated measures in a single group was conducted. Mean skin temperature was recorded at three time points: before the 4x4 game (pre), immediately after (post), and after 10 minutes (final). Forty-eight male football players participated (24 ± 1 years; 176.7 ± 0.6 cm; 72.5 ± 3.5 kg; 12.6 ± 1.0% body fat).
Results: Significant variations were observed in lower-limb temperature across the measurement moments, with increases following exercise and decreases during recovery. The greatest changes occurred in the posterior and left legs (p < .001; ES = 0.4–0.8). In the upper limbs, significant differences were also noted, with reductions post-exercise and increases during the final phase, particularly in the anterior arms (p < .001; ES = 0.7–0.9). The most marked thermal asymmetries were found in the posterior thigh and, to a lesser extent, in the anterior leg (p < .05). The left posterior arm showed a significant post-exercise temperature rise with a moderate effect size (ES = 0.69).
Conclusion: Skin temperature varied according to the phase of play, demonstrating distinct thermal responses and indicating potential areas of muscular overload.
Introdução: O futebol implica ações intermitentes de elevada intensidade e fases de recuperação. O controlo da carga de treino é essencial para otimizar o desempenho e prevenir lesões. Neste contexto, a termografia infravermelha consolida-se como uma ferramenta útil para detetar alterações térmicas derivadas do gás.
Objectivo: Analisar a resposta térmica da pele em jogadores de futebol durante situações de jogo reduzidas.
Metodologia: Foi realizado um estudo quantitativo de tipo piloto com medidas repetidas num único grupo. A temperatura média da pele foi avaliada em três momentos: antes do jogo 4x4 (pré), imediatamente após (pós) e após 10 minutos (final). Participaram 48 futbolistas varones (24 ± 1 ano; 176,7 ± 0,6 cm; 72,5 ± 3,5 kg; 12,6 ± 1,0% de gordura corporal).
Resultados: Se observar variações significativas na temperatura dos membros inferiores ao longo dos momentos de meditação, com incrementos posteriores ao exercício e descidas durante a recuperação. As alterações mais pronunciadas são apresentadas nos membros posteriores e nos izquierdos (p < 0,001; ES = 0,4–0,8). Na tendência superior, são evidenciadas diferenças significativas, com reduções pós-esforço e aumentos na fase final, destacando-se os braços anteriores derecho e izquierdo (p < 0,001; ES = 0,7–0,9). As assimetrias térmicas mais pronunciadas concentram-se no músculo posterior e, na menor medida, na parte anterior (p < 0,05). Na tendência superior, o braço posterior izquierdo apresentou um aumento significativo após o esforço (ES = 0,69).
Conclusão: A temperatura da pele varia de acordo com o momento do jogo, refletindo respostas térmicas diferenciadas e possíveis zonas de sobrecarga muscular.
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