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Museum diplomacy as a global franchise: the case of the West Bund Museum x Centre Pompidou project

  • Sifan Liu [1]
    1. [1] Universitat de Barcelona

      Universitat de Barcelona

      Barcelona, España

  • Localización: Midas: museus e estudos interdisciplinares, ISSN-e 2182-9543, Nº. 21, 2025 (Ejemplar dedicado a: Museus de arte moderna/contemporânea do século XXI : territórios, políticas e transformação social)
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • A diplomacia museológica como franchising global: o caso do projeto Museu West Bund x Centre Pompidou
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The emergence of museum franchising in recent decades has played a pivotal role in the evolution of museums, shaped by the forces of globalisation, cultural consumption, and cultural diplomacy. In contemporary China, this model has been adopted within the context of urban regeneration, driven by entrepreneurial local governments that invite investments from non-state sectors to develop cultural infrastructure and enhance the cities’ modern image. Globalised museum brands, in a local discourse, serve as symbols of internationalism and cultural diversity. At the same time, franchising fosters exchanges of ideas, art, and cultural practices, enabling museums to engage new audiences, access additional revenue sources, and bolster their global presence. This article analyses the development, characteristics, and cultural identity surrounding the West Bund Museum and Centre Pompidou collaboration in Shanghai. The project exemplifies the challenges and opportunities faced by globalised museum brands as they navigate localized processes across museological, political, economic, and social dimensions. It reveals a hybrid institutional model of museum franchising that operates beyond the Western context, highlighting the need for an interdisciplinary and multidimensional approach to understanding derivative models that address shared concerns across various sectors.

    • português

      O surgimento do franchising museológico nas últimas décadas desempenhou um papel fulcral na evolução dos museus, moldado pelas forças da globalização, do consumo cultural e da diplomacia cultural. Na China contemporânea, este modelo tem sido adotado no contexto da regeneração urbana impulsionada por governos locais empreendedores que promovem investimentos no desenvolvimento de infraestruturas culturais e na valorização da imagem moderna das cidades. As marcas de museu globalizadas no discurso local, funcionam como símbolos de internacionalismo e de diversidade cultural. Ao mesmo tempo, o franchising promove a troca de ideias, de obras de arte e de práticas culturais, permitindo aos museus atrair novos públicos, aceder a fontes adicionais de receitas e reforçar a sua visibilidade à escala mundial. Este artigo analisa o desenvolvimento, as características e a identidade cultural associadas à colaboração entre o Museu West Bund e o Centre Pompidou, em Xangai. O projeto exemplifica os desafios e as oportunidades enfrentados pelas marcas de museu globalizadas ao navegarem por processos locais, nas suas dimensões museológicas, políticas, económicas e sociais. Revela-se, assim, um modelo institucional híbrido de franchising museológico que opera para além do contexto ocidental, sublinhando a necessidade de uma abordagem interdisciplinar e multidimensional para compreender modelos derivados que respondem a preocupações partilhadas por diversos setores.


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