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Territórios e territorialidades: a questão da atuação profissional policial na fronteira Brasil-Paraguai-Argentina

    1. [1] Universidade Estadual do Oeste do Paraná

      Universidade Estadual do Oeste do Paraná

      Brasil

  • Localización: Geografia em Questão, ISSN-e 2178-0234, ISSN 1982-8942, Vol. 13, Nº. 4, 2020 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Fronteira em perspectivas local e regional), págs. 163-177
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Territories and territorialities: the issue of police professional activities on the Brazilian-Paraguay-Argentina frontier
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      A gênese das instituições de segurança pública – a qual está intimamente ligada a formação política e cultural do Estado – se funda em relações de poder patriarcais e patrimonialistas, transformando as instituições policiais em territórios alicerçados na dominação. A história e a atuação das instituições policiais demonstram que o pensamento colonial, ainda presente nessas instituições, advém da herança militar e autoritária institucionalizada desde o início da colonização do Brasil. Essa colonialidade traz marcas profundas e permanentes nas forças policiais, o que reflete uma formação de agentes afastados das demandas cotidianas da sociedade. As relações de poder advindas dessa herança territorializaram os espaços policiais e colaboraram para a construção identitária violenta dos agentes policiais, este artigo busca desvelar algumas características da atuação profissional policial fronteiriça, com base em um enfoque interdisciplinar. Através de estudos descritivos e teóricos o artigo se resume em confrontar a tradição formativa dos agentes de segurança as demandas contemporâneas e a multiculturalidade da tríplice fronteira, buscando demonstrar que há um descompasso entre a formação e a consequente atuação do agente com as estratégias cotidianas dos sujeitos e acontecimentos da conurbidade local.

    • English

      The genesis of public security institutions - which is closely linked to the political and cultural formation of the State - is based on patriarchal and patrimonialist power relations, transforming police institutions into territories based on domination. The history and performance of the police institutions demonstrate that colonial thought, still present in these institutions, comes from the institutionalized military and authoritarian heritage since the beginning of the colonization of Brazil. This coloniality has profound and permanent marks on the police forces, which reflects the formation of agents who are distant from the daily demands of society. The power relations arising from this inheritance territorialized the police spaces and collaborated for the violent identity construction of the police agents, this article seeks to reveal some characteristics of the professional border police action, based on an interdisciplinary approach. Through descriptive and theoretical studies, the article is summarized in confronting the training tradition of security agents with contemporary demands and the multiculturality of the triple frontier, seeking to demonstrate that there is a mismatch between training and the consequent performance of the agent with the subjects' daily strategies and events of local conurbity.


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