Salamanca, España
La investigación explora las percepciones y actitudes hacia la inteligencia artificial (IA) en los Colegios de Bachilleres (COBACH) de los Altos de Chiapas, con el objetivo de comprender cómo estudiantes, docentes, directivos y padres de familia interpretan su integración en el sistema educativo. Se empleó un enfoque metodológico mixto, combinando encuestas con 34 estudiantes, 17 docentes, 17 directivos y 17 padres de familia, entrevistas semiestructuradas, grupos focales y observación participante en seis planteles seleccionados. Los resultados revelaron una diversidad significativa en las actitudes hacia la IA, influenciada por factores como el acceso a internet, la etnia y la capacitación docente. La brecha digital emergió como un obstáculo clave para la equidad educativa, mientras que la resistencia cultural destacó la necesidad de adaptar la IA a los valores locales. Aunque los estudiantes muestran entusiasmo por el potencial de la IA para mejorar el aprendizaje, los docentes expresan preocupaciones sobre su impacto en la privacidad y la cultura. La discusión subraya la importancia de adoptar un enfoque participativo e inclusivo, priorizando la conectividad y la capacitación docente. Este estudio contribuye al debate académico sobre tecnología y cultura, ofreciendo recomendaciones prácticas para implementar la IA de manera ética y culturalmente sensible, asegurando que respete y fortalezca las tradiciones indígenas mientras promueve la innovación educativa en contextos desfavorecidos.
This study explores perceptions and attitudes towards artificial intelligence (AI) in the educational context of the Colegios de Bachilleres (COBACH) in the Highlands of Chiapas, with the aim of understanding how students, teachers, administrators, and parents interpret its integration into the educational system. A mixed-methods approach was employed, combining surveys with 34 students, 17 teachers, 17 administrators, and 17 parents, along with semi-structured interviews, focus groups, and participant observation in six selected schools. The results revealed significant variability in attitudes towards AI, influenced by factors such as internet access, ethnicity, and teacher training. The digital divide emerged as a key obstacle to educational equity, while cultural resistance highlighted the need to adapt AI to local values. Although students show enthusiasm for the potential of AI to enhance learning, teachers express concerns about its impact on privacy and culture. The discussion underscores the importance of adopting a participatory and inclusive approach, prioritizing connectivity and teacher training. This study contributes to the academic debate on technology and culture, offering practical recommendations for implementing AI in an ethical and culturally sensitive manner, ensuring that it respects and strengthens indigenous traditions while promoting educational innovation in underserved contexts.
A pesquisa investiga as percepções e atitudes em relação à inteligência artificial (IA) nos Colegios de Bachilleres (COBACH) da região dos Altos de Chiapas, com o objetivo de compreender como estudantes, docentes, gestores e famílias interpretam sua integração no sistema educacional. Adotou-se uma abordagem metodológica mista, combinando questionários aplicados a 34 estudantes, 17 docentes, 17 gestores e 17 responsáveis familiares, além de entrevistas semiestruturadas, grupos focais e observação participante em seis unidades escolares selecionadas. Os resultados revelaram uma diversidade significativa de atitudes diante da IA, influenciadas por fatores como o acesso à internet, a etnia e a formação docente. A desigualdade digital emergiu como um obstáculo central à equidade educacional, enquanto a resistência cultural evidenciou a necessidade de adaptar a IA aos valores locais. Embora os estudantes demonstrem entusiasmo quanto ao potencial da IA para aprimorar o aprendizado, os docentes expressam preocupações com seu impacto sobre a privacidade e a cultura. A discussão destaca a importância de uma abordagem participativa e inclusiva, que priorize a conectividade e a capacitação pedagógica. Este estudo contribui para o debate acadêmico sobre tecnologia e cultura, oferecendo recomendações práticas para a implementação ética e culturalmente sensível da IA, assegurando o respeito e o fortalecimento das tradições indígenas, ao mesmo tempo que promove a inovação educacional em contextos vulneráveis.
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