Varios estudios describen cómo el deporte mediatizado y sus discursos pueden alentar sentimientos de pertenencia a, por ejemplo, una nación o un pueblo. Sin embargo, esta imagen se ve cuestionada por investigaciones que interpretan el deporte como un espacio donde también se reproducen discursos de exclusión, promoviendo estereotipos de género o etnia desde las redes sociales. Este artículo explora cómo la juventud utiliza estos dispositivos para consumir información deportiva y cómo recurre a estereotipos al referirse a sus ídolos deportivos. Participaron 41 estudiantes de entre 16 y 18 años de la comarca de Osona (Cataluña) y su profesorado, en el año 2023, a través de una metodología cualitativa (creación de un post en Instagram, grupos focales de discusión y entrevistas semiestructuradas). Se concluye que las redes sociales son un espacio de libertad para los adolescentes y que, en el ámbito deportivo, consumen principalmente fútbol y Fórmula 1. Los jóvenes también reconocen sus externalidades negativas y la normalización de discursos de odio. No obstante, configuran a sus ídolos o héroes deportivos de forma poliédrica: valoran tanto sus habilidades como su compromiso social o la capacidad de desarrollar narrativas alternativas a los discursos dominantes.
Numerous studies have described how media-mediated sports and its discourses can promote a sense of belonging, for example to a nation or a community. However, this picture is challenged by research that interprets sports as a space for the reproduction of exclusionary discourses, and promotes the use of gender or ethnic stereotypes through social media. This article aims to identify how young people consume sports information via social media, and to explore the use of stereotypes when referring to their sports idols. Forty-one students between 16 and 18 years old from the region of Osona (Catalonia) and their teachers participated in a qualitative methodology (creation of a post on Instagram, focus group discussions and semi-structured interviews) in 2023. The study concludes that social media is a space of freedom for young people, where they mainly consume soccer and Formula 1 content. The young people also acknowledge the negative external effects and the normalization of hate discourse. Nevertheless, they construct their sports idol or hero in a multifaceted manner: based on their skills, but also considering their social engagement or the use of alternative narratives to these dominant discourses.
Vários estudos descrevem como o esporte midiatizado e seus discursos podem fomentar sentimentos de pertencimento, por exemplo, a uma nação ou a um povo. No entanto, essa imagem é questionada por pesquisas que interpretam o esporte como um espaço para a reprodução de discursos de exclusão, incentivando o uso de estereótipos de gênero ou etnia por meio das redes sociais. Este artigo explora como a juventude utiliza esses dispositivos para consumir informações esportivas e como recorre a estereótipos ao se referir aos seus ídolos esportivos. Participaram 41 estudantes entre 16 e 18 anos da comarca de Osona (Catalunha) e seus professores em 2023, através de uma metodologia qualitativa (criação de um post no Instagram, grupos focais de discussão e entrevistas semiestruturadas). Conclui-se que as redes sociais representam um espaço de liberdade para os jovens, e que no âmbito esportivo, eles consomem principalmente futebol e Fórmula 1. Também reconhecem suas externalidades negativas e a normalização de discursos de ódio. Contudo, eles constroem seus ídolos ou heróis esportivos de maneira poliédrica: valorizam tanto suas habilidades quanto seu compromisso social ou a capacidade de desenvolver narrativas alternativas a esses discursos dominantes.
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