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Hamlin, Michael John
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Manimmanakorn, Nuttaset
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Huang, Qinshan
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Namboonlue, Chaiyawat
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Khaengkhan, Chiraphorn
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Nithisup, Peeraporn
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Tailandia
Nueva Zelanda
Yemen
Tailandia
Tailandia
Introducción: El entrenamiento de resistencia mejora la fuerza y el tamaño muscular, pero los métodos de alta carga (>85% 1RM) pueden aumentar el riesgo de lesiones. El entrenamiento de baja carga con hipoxia o restricción del flujo sanguíneo (BFR) ofrece una alternativa más segura, aunque la evidencia comparativa es limitada.
Objetivo: Analizar los efectos de la hipoxia y la BFR sobre los niveles de hormona del crecimiento (GH) en reposo tras cinco semanas de entrenamiento de resistencia con baja carga.
Metodología: Treinta atletas masculinos (19–24 años) fueron asignados a tres grupos: RT (50% 1RM), RT+HPX (50% 1RM con hipoxia, FiO₂ 0.137) y RT+BFR (50% 1RM con BFR). Realizaron extensiones y flexiones de rodilla (3 series de 15 repeticiones, 1 min de descanso) tres veces por semana durante cinco semanas. Se evaluaron el grosor y la fuerza muscular, la GH en reposo y el lactato sanguíneo antes y después del entrenamiento.
Resultados: RT+HPX y RT+BFR mostraron aumentos significativos en el grosor del recto y bíceps femoral. La fuerza mejoró en todos los grupos, siendo mayor la extensión de rodilla en RT+HPX (30.9 ± 16.3%, p=0.047) frente a RT (16.1 ± 7.3%). Los niveles de GH en reposo no difirieron entre grupos (p>0.05). El lactato aumentó significativamente solo en RT+BFR (68.7 ± 57.2%, p=0.018).
Conclusiones: El entrenamiento de baja carga con hipoxia o BFR mejora la fuerza y la hipertrofia muscular, siendo la hipoxia más efectiva para aumentar la fuerza. Se requiere más investigación para aclarar el papel de la GH en reposo en estas adaptaciones.
Introduction: Resistance training enhances muscle strength and size; however, high-load exercise (>85% 1RM) may increase the risk of injury. Low-load resistance training with hypoxia or blood flow restriction (BFR) offers safer alternatives, although comparative data are limited.
Objective: To examine the effects of hypoxia and BFR on resting growth hormone (GH) levels after five weeks of low-load resistance training.
Methods: Thirty male athletes (19–24 years) were assigned to three groups: RT (50% 1RM), RT + HPX (50% 1RM under hypoxia, FiO₂ = 0.137), and RT + BFR (50% 1RM with BFR). Participants performed knee extension and flexion (3 sets × 15 reps, 1-min rest) three times weekly for five weeks. Muscle thickness, strength, resting GH, and blood lactate levels were measured before and after training.
Results: After training, RT + HPX and RT + BFR showed significant increases in rectus femoris and biceps femoris thickness. Strength improved in all groups, with knee extension strength higher in the RT+HPX (30.9 ± 16.3%, p = 0.047) than RT (16.1 ± 7.3%). The resting GH levels did not differ significantly between the groups (p > 0.05). Post-exercise lactate increased significantly only in the RT+BFR (68.7 ± 57.2%, p = 0.018).
Conclusion: Low-load training with hypoxia or BFR enhances muscle hypertrophy and strength, and hypoxia produces greater strength gain. Resting GH levels appear to be unrelated to these adaptations, suggesting that further studies are needed to clarify the underlying mechanisms.
Introdução: O treino de resistência melhora a força e o tamanho muscular, mas métodos com cargas elevadas (>85% de 1RM) podem aumentar o risco de lesão. O treino com cargas baixas, associado à hipoxia ou restrição do fluxo sanguíneo (RFS), oferece uma alternativa mais segura, embora as evidências comparativas sejam limitadas.
Objectivo: Analisar os efeitos da hipoxia e da RFS nos níveis de hormona de crescimento (GH) em repouso após cinco semanas de treino de resistência com cargas baixas.
Metodologia: Trinta atletas do sexo masculino (19-24 anos) foram aleatoriamente alocados a três grupos: RT (50% de 1RM), RT+HPX (50% de 1RM com hipoxia, FiO₂ 0,137) e RT+RFS (50% de 1RM com RFS). Realizaram extensões e flexões de joelhos (3 séries de 15 repetições, 1 min de descanso) três vezes por semana, durante cinco semanas. A espessura e a força muscular, o GH em repouso e o lactato sanguíneo foram avaliados antes e após o treino.
Resultados: Os grupos RT+HPX e RT+BFR apresentaram aumentos significativos da espessura dos músculos recto femoral e bíceps femoral. A força melhorou em todos os grupos, com maior extensão do joelho no grupo RT+HPX (30,9 ± 16,3%, p=0,047) em comparação com o grupo RT (16,1 ± 7,3%). Os níveis de GH em repouso não diferiram entre os grupos (p>0,05). O lactato aumentou significativamente apenas no grupo RT+BFR (68,7 ± 57,2%, p=0,018).
Conclusões: O treino com baixa carga, hipóxia ou restrição do fluxo sanguíneo (BFR), melhora a força e a hipertrofia muscular, sendo a hipóxia mais eficaz para o aumento da força. Mais investigação é necessária para esclarecer o papel do GH em repouso nestas adaptações.
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