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Efecto de la coactivación muscular sobre la economía de carrera en corredores de fondo entrenados

    1. [1] Universidad Pública de Navarra

      Universidad Pública de Navarra

      Pamplona, España

    2. [2] Universidad de Los Andes

      Universidad de Los Andes

      Colombia

  • Localización: Retos: nuevas tendencias en educación física, deporte y recreación, ISSN-e 1988-2041, ISSN 1579-1726, Nº. 74, 2026, págs. 86-95
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Efeito da coativação muscular na economia de corrida em corredores de fundo treinados
    • Effect of muscle coactivation on running economy in trained distance runners
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción: La coactivación muscular es un factor determinante en la economía de carrera.

      Objetivos: El objetivo fue analizar la relación entre la coactivación muscular y la economía de carrera en corredores de fondo.

      Métodos: Doce corredores entrenados (32.1 ± 4.7 años), realizaron dos carreras a velocidades de 12 km/h y 20 km/h, con una duración de 5 minutos cada una. Durante las pruebas se registraron datos de intercambio gaseoso y actividad electromiográfica de los músculos de la extremidad inferior. Se calcularon índices de coactivación entre los siguientes músculos: recto femoral/bíceps femoral; recto femoral/gastrocnemio; recto femoral/glúteo medio; tibial anterior/gastrocnemio y tibial anterior/peroneo lateral. Estos se evaluaron en los últimos 100 ms de la fase de oscilación y los primeros 50 ms de la fase inicial de apoyo. Las asociaciones entre las variables se analizaron mediante la correlación de Spearman. Las correlaciones significativas fueron aquellas asociadas con valor p<0.05.

      Resultados: Se observó una correlación significativa e inversa en la fase de apoyo entre la coactivación recto femoral/gastrocnemio y el gasto energético (r = –0.599, p = 0.043). Del mismo modo, se observó una correlación significativa e inversa entre el peak de activación del bíceps femoral y la demanda energética (r = –0.629, p = 0.031). Ambas correlaciones fueron a los 20 km/h.

      Conclusión: la coactivación y la activación peak de músculos biarticulares (recto femoral, gastrocnemio y bíceps femoral) se asoció con menor gasto energético. Estos hallazgos podrían representar una estrategia neuromecanica que favorece la transferencia de energía entre las articulaciones de la extremidad inferior, mejorando con ello la economía de carrera en fondistas entrenados.

    • português

      Introdução: A coativação muscular é um fator determinante na economia da corrida.

      Objectivos: O objectivo foi analisar a relação entre a coactivação muscular e a economia de corrida em corredores de fundo.

      Métodos: Doze corredores treinados (32,1 ± 4,7 anos) realizaram duas corridas às velocidades de 12 km/h e 20 km/h, com a duração de 5 minutos cada. Durante os testes foram registados os dados das trocas gasosas e da atividade eletromiográfica dos músculos dos membros inferiores. Os índices de coativação foram calculados entre os seguintes músculos: reto femoral/bíceps femoral; reto femoral/gastrocnémio; reto femoral/glúteo médio; tibial anterior/gastrocnémio; e tibial anterior/fibular lateral. Estes foram avaliados nos últimos 100 ms da fase de balanço e nos primeiros 50 ms da fase de apoio inicial. As associações entre as variáveis ​​foram analisadas através da correlação de Spearman. As correlações significativas foram as associadas a um valor de p < 0,05.

      Resultados: Observou-se uma correlação significativa e inversa na fase de apoio entre a coativação do reto femoral/gastrocnémio e o gasto energético (r = –0,599, p = 0,043). Da mesma forma, foi observada uma correlação significativa e inversa entre o pico de ativação do bíceps femoral e a exigência energética (r = –0,629, p = 0,031). Ambas as correlações ocorreram a 20 km/h.

      Conclusão: A coativação e o pico de ativação dos músculos biarticulares (reto femoral, gastrocnémio e bíceps femoral) estiveram associados a um menor dispêndio energético. Estes achados podem representar uma estratégia neuromecânica que favorece a transferência de energia entre as articulações da extremidade inferior, melhorando assim a economia de corrida em corredores de longa distância treinados.

    • English

      Introduction: Muscle coactivation is a key factor in running economy.

      Objectives: The aim of this study was to analyze the relationship between muscle coactivation and running economy in trained distance runners.

      Methods: Twelve trained runners (age: 32.1 ± 4.7 years) completed two treadmill running tests at speeds of 12 km/h and 20 km/h, each lasting 5 minutes. Gas exchange data and electromyographic activity of lower limb muscles were recorded during the tests. Coactivation indices were calculated for the following muscle pairs: rectus femoris/biceps femoris, rectus femoris/gastrocnemius, rectus femoris/gluteus medius, tibialis anterior/gastrocnemius, and tibialis anterior/peroneus longus. These were evaluated during the last 100 ms of the swing phase and the first 50 ms of the initial stance phase. Associations between variables were analyzed using Spearman’s correlation. Significant correlations were considered at p < 0.05.

      Results: A significant inverse correlation was observed during the stance phase between rectus femoris/medial gastrocnemius coactivation and energy cost (r = –0.599, p = 0.043). Likewise, a significant inverse correlation was found between peak activation of the biceps femoris and energy demand (r = –0.629, p = 0.031). Both correlations were observed at 20 km/h.

      Conclusion: Coactivation and peak activation of biarticular muscles (rectus femoris, gastrocnemius, and biceps femoris) were associated with energy cost. These findings may represent a neuromechanical strategy that enhances energy transfer between lower limb joints, thereby improving running economy in trained distance runners.


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