Tomando como objeto de estudo o arco de história em quadrinhos Deus ama, o homem mata, de Chris Claremont (roteiro) e Brent Anderson (arte), o artigo apresenta uma crítica à manipulação do discurso religioso. Ainda que o objeto de estudo seja fictício, sua trama é verossímil, pois apresenta uma situação factível: um líder religioso eloquente, sociologicamente carismático, mas inescrupuloso, que usa discurso religioso para levar seus seguidores a fazer e a sentir o que ele quer que eles façam e sintam. O artigo apresenta o conceito de manipulação, especificamente no contexto do discurso religioso. Isto posto, apresenta o contexto histórico da produção de Deus ama, o homem mata, seguido de uma exposição a respeito dos X-Men. Apresentam-se a seguir síntese do enredo e análise do arco, e as considerações finais, que apontam para a relevância da crítica feita por Claremont e Anderson, mesmo depois de quatro décadas do seu lançamento.
The starting point of this article is the comic arc God Loves, Man Kills, by Chris Claremont (script) and Brent Anderson (art), which presents a critique of manipulation in the religious discourse. Even though this object of research is fictional, its plot is plausible, as it presents a feasible situation: an eloquent and charismatic (sociologically speaking) religious leader who is unscrupulous, uses a religious discourse to make his followers to do and feel what he wants they do and feel. The article presents the concept of manipulation, specifically in the context of religious discourse. After this, the historical context of the making of God Loves, Man Kills and an exposition of the X-Men is presented. The plot is presented and analyzed, and in the final remarks, the article points to the relevance of Claremont and Anderson’s critique, even four decades after its launching.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados