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El artículo aborda la centralidad del cuerpo en las dinámicas de opresión y biopolítica, destacando la importancia de las formaciones colectivas para la transformación social y la efectivización de derechos. Basado en las teorías de Foucault y la metateoría del derecho fraternal de Eligio Resta, el estudio adopta una perspectiva transdisciplinaria. El término interseccionalidad es clave en el análisis del control de los cuerpos y la resistencia colectiva, desde la óptica del anarcofeminismo. La investigación busca contribuir a la construcción de resistencias que desafíen el status quo, basándose en un enfoque decolonial. Dividido en tres partes, el texto discute el cuerpo en el contexto del derecho viviente, explorando su relación con el campo jurídico; analiza el cuerpo desde la perspectiva del anarcofeminismo, destacando ejemplos de resistencia e interseccionalidad; y retrata los cuerpos en la dinámica colectiva, utilizando el concepto de metamorfosis de Resta y explorando conexiones entre cuerpos y ambiente a través de la ecología queer.
The article addresses the centrality of the body in dynamics of oppression and biopolitics, highlighting the importance of collective formations for social transformation and the realization of rights. The guiding problem of the research can be summarized in the following question: to what extent can collectives represent a way to overcome the oppression of bodies? As a preliminary answer, it focuses on the living body as central to the realization of human rights. The research employed the hypothetical-deductive method, which consists of a set of analyses that start from formulated conjectures to explain the difficulties encountered in solving a specific research problem. Its purpose is to clearly state the problem while critically examining the applicable solutions. Grounded in theories of the metatheory of fraternal law and living law, the study adopts a transdisciplinary perspective. The term intersectionality is key to the analysis of body control and collective resistance, viewed through the lens of anarchafeminism. The research aims to contribute to the construction of resistances that challenge the status quo, based on a decolonial approach. Divided into three parts, the text discusses the body in the context of living law, exploring its relationship with the legal field; analyzes the body from the perspective of anarchafeminism, highlighting examples of resistance and intersectionality; and portrays bodies within the collective dynamic, utilizing Resta's concept of metamorphosis and exploring connections between bodies and the environment through queer ecology. As a result we have transcorporeidade as an activation mechanism to implement collective hairs.
O artigo aborda a centralidade do corpo nas dinâmicas de opressão e biopolítica, destacando a importância das formações coletivas para a transformação social e a efetivação de direitos. O problema que orienta a pesquisa pode ser sintetizado na seguinte pergunta: em que medida os coletivos podem representar uma superação da opressão dos corpos? Como resposta preliminar, no que tange ao corpo vivo como centralidade na efetivação de direitos humanos. Utilizou-se, na pesquisa, o método de abordagem hipotético-dedutivo, que compreende um conjunto de análises que parte das conjecturas formuladas para explicar as dificuldades encontradas para a solução de um determinado problema de pesquisa. Sua finalidade consiste em enunciar claramente o problema, examinando criticamente as soluções passíveis de aplicação. Fundamentando-se em teorias da metateoria do direito fraterno e do direito vivente, o estudo adota uma perspectiva transdisciplinar. O termo interseccionalidade é chave na análise do controle dos corpos e na resistência coletiva, sob a ótica do anarcafeminismo. A pesquisa busca contribuir para a construção de resistências que desafiem o status quo, baseando-se em uma abordagem decolonial. Dividido em três partes, o texto discute o corpo no contexto do direito vivente, explorando sua relação com o campo jurídico; analisa o corpo sob a perspectiva do anarcafeminismo, destacando exemplos de resistência e interseccionalidade; e retrata os corpos na dinâmica coletiva, utilizando o conceito de metamorfose de Resta e explorando conexões entre corpos e ambiente pela ecologia queer. Como resultado, temos a transcorporeidade como mecanismo de ativação implementado pelos coletivos.
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