Colombia
Este texto analiza la producción política de las materialidades discursivas de Djamila Ribeiro y Carolina Sanín en la red social digital de Facebook. Para ello, fue desarrollada una metodología miope de corte agencial, feminista y en espiral. El análisis muestra qué, Djamila Ribeiro y Carolina Sanín integran materialidades digitales feministas a partir de procesos singulares de edición de sí, desde los cuales responden a/por diferentes enmarañados entre códigos biológicos, discursivos y tecnológicos de género, raza/etnia, clase social, militancia, educación y nacionalidad. Lo anterior, permite afirmar que la política de identidad digital moviliza tecnobiodiscursos o regímenes materiales-discursivos que producen afectos y efectos específicos, en nuevos desplazamientos de resistencia y normalización. Estos regímenes pueden rastrearse a partir de la condición relacional-eidética que las mujeres sostienen con las tecnologías.
This paper analyzes the political production of the discursive materialities of Djamila Ribeiro and Carolina Sanín in the digital social network Facebook. For this purpose, a myopic methodology of agential, feminist and spiral cut was developed. The analysis shows that Djamila Ribeiro and Carolina Sanín integrate feminist digital materialities from singular processes of self-edition, from which they respond to/by different entanglements between biological, discursive and technological codes of gender, race/ethnicity, social class, militancy, education and nationality. The above, allows us to affirm that digital identity politics mobilizes technobiodiscourses or material-discursive regimes that produce specific affects and effects, in new displacements of resistance and normalization. These regimes can be traced from the relational-ethical condition that women sustain with technologies.
Este texto analisa a produção política das materialidades discursivas de Djamila Ribeiro e Carolina Sanín na rede social digital Facebook. Para tanto, foi desenvolvida uma metodologia míope de corte agencial, feminista e espiralado. A análise mostra que Djamila Ribeiro e Carolina Sanín integram materialidades digitais feministas a partir de processos singulares de edição de si, a partir dos quais respondem a/por diferentes emaranhados entre códigos biológicos, discursivos e tecnológicos de gênero, raça/etnia, classe social, militância, educação e nacionalidade. Isso nos permite afirmar que a política de identidade digital mobiliza tecnobiodiscursos ou regimes material-discursivos que produzem afetos e efeitos específicos, em novos deslocamentos de resistência e normalização. Esses regimes podem ser rastreados até a condição ética e relacional que as mulheres sustentam com as tecnologias.
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