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O conceito de função na ecologia contemporânea

    1. [1] Universidade Federal da Bahia

      Universidade Federal da Bahia

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal do Sergipe
  • Localización: Revista de filosofía Aurora, ISSN-e 2965-1565, ISSN 2965-1557, Vol. 25, Nº. 36, 2013 (Ejemplar dedicado a: Filosofia da Biologia), págs. 43-73
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The concept of function in contemporary ecology
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Functional discourse is both ubiquitous and central to contemporary ecology, particularly in the context of research on biodiversity and ecosystem functioning, which emerged in the 1990s amid the biodiversity crisis. However, despite this strong presence in ecology, functional discourse has not yet been adequately investigated within this science (or within its philosophy), as many fundamental questions regarding the topic remain unanswered. On the one hand, ecologists who employ functional explanations seem to simply take the concept of function as given or self-evident. However, this is far from trivial, given the philosophical problems raised by functional or teleological language in biological explanations, at least since Aristotle. On the other hand, few philosophers of science have shown particular interest in the epistemological problems associated with functional discourse in ecology. Taking this situation as a starting point, our approach in this article proceeds in three stages. Initially, we conduct a conceptual analysis of function in contemporary ecology, with an emphasis on studies that relate biodiversity to ecosystem properties. We outline three main meanings of the concept, demonstrating the assumptions and implications associated with each. Secondly, we analyze the reasons that lead to suspicions or objections to functional language in ecology. Finally, we offer some suggestions on how to ground or clarify functional discourse in contemporary ecology.

    • português

      O discurso funcional é tanto ubíquo quanto central na ecologia contemporânea, principalmente no contexto das pesquisas sobre biodiversidade e funcionamento ecossistêmico, que emergiram nos anos 1990 em meio à crise da biodiversidade. Entretanto, a despeito dessa forte presença na ecologia, o discurso funcional ainda não tem sido investigado de maneira adequada nesta ciência (ou em sua filosofia), na medida em que muitos problemas fundamentais a respeito do tema ainda permanecem sem respostas claras. Por um lado, os ecólogos que lançam mão de explicações funcionais parecem simplesmente tomar como dado ou autoevidente o conceito de função. Contudo, ele nada tem de trivial, tendo em vista os problemas filosóficos suscitados pela linguagem funcional ou teleológica nas explicações biológicas, pelo menos desde Aristóteles. Por outro lado, poucos filósofos da ciência têm se mostrado especialmente interessados nos problemas epistemológicos associados ao discurso funcional em ecologia. Tomando essa situação como ponto de partida, nossa abordagem neste artigo se dá em três etapas. Inicialmente, procedemos a uma análise conceitual de função na ecologia atual, com ênfase nos estudos que relacionam a biodiversidade às propriedades ecossistêmicas. Esboçamos três significados principais do conceito, mostrando os pressupostos e as implicações associados a cada um deles. Num segundo momento, procedemos a uma análise das razões que levam a suspeitas ou objeções contra a linguagem funcional na ecologia. Por fim, num terceiro momento, lançamos algumas sugestões sobre como fundamentar ou dar mais clareza ao discurso funcional na ecologia contemporânea.


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