he main objective of the study brought a reflection on the pathologization of education and Society. It brings the way the biomedicalizing vision was estableshed in society, the conceptulization of “eivil”, the way the vision of “eivil” ceased to be religious and became medical. The pathologization of education is a current problem, wich is growing day after day, this is seen when observing the increase in the production and consumption of psychotropic drugs. The school há served as the main place in the establishment of this medicaling process, school failure is justified in the pathologization the children aren’t now labeled and diveded in two groups, children who learn and children who don’t learn, and those: are depreved of their right to be a child, internalize an non existente pathology, are blamed and those exemptes the responsability of teachers, schools, education systems and policies from a problem so old that it is Scholl failure. So, a false school inclusion gains space, the inclusion that aims at normalization, that doesn’t respect diversity, that seems limitations and ignores the potentialities
O estudo teve como objetivo principal trazer uma reflexão sobre a patologização da educação e da sociedade. Traz brevemente a forma como a visão biomedicalizadora se instaurou na sociedade, a conceitualização do “mal”, a forma como a visão sobre o “mal” deixou de ser religiosa e passou a ser médica. A patologização da educação é um problema atual que está crescendo dia após dia, constata-se isso ao observar o aumento na produção e no consumo de psicotrópicos. A escola tem servido como local principal na instauração desse processo medicalizador, o fracasso escolar é justificado na patologização, as crianças passam a ser rotuladas e divididas em dois grupos: as crianças que aprendem e as crianças que não aprendem, e assim são privados do seu direito de ser criança, internalizam uma patologia inexistente, são culpabilizadas e isenta-se a responsabilidade dos professores, das escolas, dos sistemas de ensino e das políticas de um problema tão antigo que é o fracasso escolar. Assim uma falsa inclusão escolar ganha espaço, a inclusão que objetiva a normalização, que não respeita a diversidade, que enxerga limitações e ignora as potencialidades.
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