Brasil
In Zero K, DeLillo revisits the ever-increasing connection between identity and technology However, he does so in a unique way, adding (im)mortality issues to an already complex mix. As a result, DeLillo not only explores the intricacies of our present context, but also provides a bleak picture of what could be our posthuman future. This paper examines how DeLillo’s fiction reveals subjectivity in our current post-modern society. The focus of this investigation gravitates specifically to the interference of a technological influx that overtakes contemporary life. It analyzes the process by which our interdependence in machines, electronic devices, and its systems has made them an extension of our own body. Pushing the boundaries of this relationship to an extreme, the book explores the distorted view of technology as “another God”, but, unlike the other gods, it actually "delivers” salvation.
Em Zero K, DeLillo revisita a conexão cada vez maior entre identidade e tecnologia. No entanto, ele o faz de uma maneira única, adicionando questões sobre (i)mortalidade a uma mistura já complexa. Como resultado, DeLillo não só explora os meandros do nosso contexto atual, mas também fornece uma imagem do que poderia ser nosso futuro pós-humano. Este artigo examina como a ficção de DeLillo revela subjetividade em nossa sociedade pós-moderna atual. O foco desta investigação gravita especificamente para a interferência de um influxo tecnológico que ultrapassa a vida contemporânea. Ele analisa o processo pelo qual nossa interdependência com as máquinas, dispositivos eletrônicos, e seus sistemas os tornaram uma extensão de nosso próprio corpo. Empurrando os limites dessa relação ao extremo, o livro explora a visão distorcida da tecnologia como "outro Deus", mas, ao contrário de outros deuses, a tecnologia, na verdade, “traz” a salvação.
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