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Impacto del ejercicio en Vo₂peak y Fev₁ en fibrosis quística: una revisión sistemática

    1. [1] Universidad Austral de Chile

      Universidad Austral de Chile

      Valdivia, Chile

  • Localización: Retos: nuevas tendencias en educación física, deporte y recreación, ISSN-e 1988-2041, ISSN 1579-1726, Nº. 74, 2026, págs. 34-51
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Impacto do exercício no Vo₂pico e Fev₁ na fibrose quística: uma revisão sistemática
    • Impact of exercise on Vo₂peak and Fev₁ in cystic fibrosis: a systematic review
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Introducción: La fibrosis quística (FQ) es una enfermedad genética multisistémica caracterizada por secreciones espesas, daño pulmonar progresivo y compromiso funcional. Entre los principales indicadores pronósticos destacan el consumo máximo de oxígeno (VO₂peak) y el volumen espiratorio forzado en el primer segundo (FEV₁). Aunque el ejercicio físico es recomendado por guías clínicas como parte del tratamiento integral en FQ, persiste incertidumbre sobre su impacto objetivo, especialmente en la función pulmonar.

      Objetivos: Evaluar, mediante una revisión sistemática de ensayos clínicos aleatorizados (ECA) publicados desde 2017, los efectos del ejercicio físico sobre el VO₂peak y el FEV₁ en personas con FQ.

      Metodología: Se aplicaron las directrices PRISMA 2020. Se incluyeron ECA con participantes diagnosticados con FQ, sin restricción etaria, que compararan programas de ejercicio (aeróbico, de fuerza o mixtos) con cuidados estándar. Los estudios debían reportar medidas pre y post intervención de VO₂peak y/o FEV₁. La búsqueda bibliográfica se actualizó hasta mayo de 2025. Se evaluó el riesgo de sesgo con la herramienta RoB 2 y la certeza de la evidencia con el sistema GRADE.

      Resultados: Se incluyeron 13 ECA (n = 392; edades entre 6 y 40 años). En la mayoría de los estudios, el ejercicio físico mejoró significativamente el VO₂peak (incrementos del 5 al 15%). En contraste, no se observaron mejoras significativas en el FEV₁. Un único estudio (ACTIVATE-CF) mostró un aumento transitorio en el grupo control a los seis meses.

      Conclusiones: El ejercicio físico mejora consistentemente la capacidad aeróbica en FQ, pero no induce cambios clínicamente relevantes en la función pulmonar (FEV₁) a corto plazo.

       

    • português

      Introdução: A fibrose cística (FC) é uma doença genética multissistêmica caracterizada por secreções espessas, dano pulmonar progressivo e comprometimento funcional. Entre os principais indicadores prognósticos, destacam-se o consumo máximo de oxigênio (VO₂peak) e o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF₁). Embora o exercício físico seja recomendado por diretrizes clínicas como parte do tratamento integral da FC, ainda há incerteza quanto ao seu impacto objetivo, especialmente sobre a função pulmonar.

      Objetivos: Avaliar, por meio de uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados (ECR) publicados desde 2017, os efeitos do exercício físico sobre o VO₂peak e o VEF₁ em pessoas com FC.

      Metodologia: Foram seguidas as diretrizes PRISMA 2020. Foram incluídos ECR com participantes diagnosticados com FC, sem restrição de idade, que comparassem programas de exercício (aeróbico, de força ou combinados) com cuidados padrão. Os estudos deveriam relatar medidas pré e pós-intervenção de VO₂peak e/ou VEF₁. A busca bibliográfica foi atualizada até maio de 2025. O risco de viés foi avaliado com a ferramenta RoB 2, e a certeza da evidência, com o sistema GRADE.

      Resultados: Foram incluídos 13 ECR (n = 392; idades entre 6 e 40 anos). Na maioria dos estudos, o exercício físico melhorou significativamente o VO₂peak (incrementos de 5% a 15%). Em contraste, não foram observadas melhorias significativas no VEF₁. Apenas um estudo (ACTIVATE-CF) mostrou um aumento transitório no grupo controle aos seis meses.

      Conclusões: O exercício físico melhora de forma consistente a capacidade aeróbica em indivíduos com FC, mas não induz mudanças clinicamente relevantes na função pulmonar (VEF₁) em curto prazo.

    • English

      Introduction: Cystic fibrosis (CF) is a multisystem genetic disease characterized by thick secretions, progressive pulmonary damage, and functional decline. Among the main prognostic indicators are maximal oxygen uptake (VO₂peak) and forced expiratory volume in one second (FEV₁). Although physical exercise is recommended by clinical guidelines as part of comprehensive CF management, uncertainty remains regarding its objective impact, particularly on pulmonary function.

      Objectives: To evaluate, through a systematic review of randomized controlled trials (RCTs) published since 2017, the effects of physical exercise on VO₂peak and FEV₁ in individuals with CF.

      Methods: The PRISMA 2020 guidelines were followed. Included RCTs involved participants of any age diagnosed with CF, comparing exercise programs (aerobic, resistance, or combined) with standard care. Studies had to report pre- and post-intervention measures of VO₂peak and/or FEV₁. The literature search was updated through May 2025. Risk of bias was assessed using the Cochrane RoB 2 tool, and certainty of evidence was evaluated using the GRADE approach.

      Results: A total of 13 RCTs were included (n = 392; ages 6 to 40 years). Most studies reported significant improvements in VO₂peak (increases of 5 to 15%) in the intervention groups. In contrast, no clinically meaningful changes in FEV₁ were observed. One multicenter study (ACTIVATE-CF) reported a transient FEV₁ improvement in the control group at six months.

      Conclusions: Physical exercise consistently improves aerobic capacity in individuals with CF but does not produce significant changes in pulmonary function (FEV₁) in the short term.


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