El control automático de exposición es una herramienta clave en tomografía computarizada para optimizar la exposición médica. Este trabajo propuso una metodología de gestión tecnológica para verificar el funcionamiento del control automático de exposición con dos dispositivos, atendiendo a las condiciones del entorno regional. Se evaluaron dos equipos de la marca Philips, modelos Incisive e iCT, mediante tres protocolos clínicos estándares (abdomen, cervical y tórax) y dos tipos de maniquíes: uno compuesto por once secciones elípticas y otro utilizado comúnmente en pruebas dosimétricas. Se propusieron y desarrollaron tres pruebas técnicas. La primera permitió estimar la reducción de dosis mediante indicadores como el índice de dosis volumétrico y el estimado de dosis específica por tamaño. La segunda prueba utilizó una cámara de ionización para medir la variación de estos indicadores en diferentes secciones de los maniquíes. La tercera prueba comparó la dosis administrada y el nivel de ruido en imágenes obtenidas por cortes axiales. Los resultados indicaron que el índice de reducción de dosis y la dosis directamente medida son descriptores alternativos eficientes para reflejar la respuesta del control automático de exposición en ambos maniquíes, mientras que la tercera prueba contribuye a la verificación y caracterización del mismo. La metodología propuesta fue efectiva, facilitándose la disponibilidad de herramientas para verificar estos dispositivos, conocer su alcance, y posee, a demás, la capacidad de evaluar su impacto en diferentes protocolos clínicos a favor de la optimización de la exposición médica en nuestra región.
Automatic Exposure Control is a key tool in computed tomography for optimizing medical exposure. This study proposed a technological management methodology to verify the operation of automatic exposure control using two phatoms, considering regional environmental conditions. Two Philips scanners, models Incisive and iCT, were evaluated using three standard clinical protocols (abdomen, cervical, and thorax) and two types of phantoms: one composed of eleven elliptical sections and another commonly used in dosimetric testing. Three technical tests were proposed and developed. The first test enabled the estimation of dose reduction through indicators such as the volumetric dose index and the size-specific dose estimate. The second test employed an ionization chamber to measure the variation of these indicators across different sections of the phantoms. The third test compared the administered dose and image noise levels in axial slice acquisitions. The results indicated that both the dose reduction index and the directly measured dose are efficient alternative descriptors to reflect the response of automatic exposure control in both phantoms, while the third test contributes to its verification and characterization. The proposed methodology proved effective, facilitating the availability of tools to verify these systems, assess their performance, and offering the capacity to evaluate their impact across different clinical protocols ultimately supporting the optimization of medical exposure in our region.
O controle automático de exposição é uma ferramenta fundamental na tomografia computadorizada para a otimização da exposição médica. Este estudo propôs uma metodologia de gestão tecnológica para verificar o funcionamento do controle automático de exposição utilizando dois dispositivos, considerando as condições ambientais da região. Foram avaliados dois equipamentos da marca Philips, modelos Incisive e iCT, com base em três protocolos clínicos padrão (abdome, cervical e tórax) e dois tipos de fantasmas: um composto por onze seções elípticas e outro comumente utilizado em testes dosimétricos. Três testes técnicos foram propostos e desenvolvidos. O primeiro teste permitiu estimar a redução da dose por meio de indicadores como o índice de dose volumétrica e a estimativa de dose específica por tamanho. O segundo teste utilizou uma câmara de ionização para medir a variação desses indicadores em diferentes seções dos fantasmas. O terceiro teste comparou a dose administrada e os níveis de ruído nas imagens obtidas em cortes axiais. Os resultados indicaram que tanto o índice de redução de dose quanto a dose diretamente medida são descritores alternativos eficientes para refletir a resposta do controle automático de exposição em ambos os fantasmas, enquanto o terceiro teste contribui para sua verificação e caracterização. A metodologia proposta mostrou-se eficaz, facilitando a disponibilidade de ferramentas para verificação desses sistemas, conhecimento de seu desempenho e, além disso, demonstrando capacidade para avaliar seu impacto em diferentes protocolos clínicos — favorecendo, assim, a otimização da exposição médica em nossa região.
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