[1]
;
Josiane Carla Panisson
[5]
;
Marcos Henrique Soares
[2]
;
Ingrid Barbosa de Mendonça
[3]
;
Simone Gisele de Oliveira
[1]
;
Wagner Azis Garcia de Araújo
[6]
;
Demerson Arruda Sanglard
[2]
;
Meike Rademacher-Heilshorn
[7]
;
Henrique Gastmann Brand
[8]
;
Maria Aparecida Melo Iuspa
[4]
;
Alex Maiorka
[1]
;
Bruno Alexander Nunes Silva
[2]
Brasil
Brasil
Brasil
Brasil
This study evaluated dietary supplementation of guanidinoacetic acid (GAA) during gestation and lactation of high-prolific gilts on reproductive performance, milk amino acid profile and suckling piglets’ performance. A total of 53 gilts were distributed among 2 dietary treatments (Control diet (CON) and a GAA diet, CON + 1,0 g/kg of GAA (GAA)) in a completely randomized experimental design during gestation phase with 27 and 26 replicates respectively. During the lactation phase, according to the previous treatments and the use or not of GAA in the diets, the gilts were distributed in a 2 x 2 factorial design. The number of gilts were randomized design in four treatments: A control diet during gestation and lactation (CON-CON); a control diet during gestation and GAA during lactation (CON-GAA); GAA during gestation and CON diet during lactation (GAA-CON); and GAA during gestation and lactation (GAA-GAA). Gilts per treatment consisted of 13, 14, 13, 13 respectively. GAA supplementation for gilts improved reproductive traits and tended to increase the total number of piglets born alive (P = 0.059). The use of GAA during lactation increased daily milk production throughout this phase (P = 0.01), and improved milk amino acid content on d 7 of lactation (P < 0.5). Consequently, GAA supplementation in gestation and lactation impacted on lactation performance in first parity gilts, improving daily litter and piglet weight gain (P = 0.05), as well as litter and piglet weaning weights (P = 0.05). In conclusion, the use of GAA improves reproductive performance.
O objetivo deste estudo foi avaliar a suplementação dietética do ácido guanidinoacético (GAA) durante a gestação e lactação de matrizes hiperprolíficas quanto ao desempenho reprodutivo, perfil de aminoácidos do leite e desempenho dos leitões na maternidade. Um total de 53 matrizes foram distribuídas entre dois tratamentos (dieta Controle (CON) e dieta COM + 1,0 g/kg de GAA (GAA)) em um desenho experimental totalmente aleatorizado durante a fase de gestação, com 27 e 26 animais, respectivamente. Durante a fase de lactação, de acordo com os tratamentos anteriores e o uso ou não de GAA nas dietas, as matrizes foram distribuídas em um desenho fatorial 2 x 2. As matrizes foram alocadas aleatoriamente em quatro tratamentos: uma dieta controle durante a gestação e lactação (CON-CON); uma dieta controle durante a gestação e GAA durante a lactação (CON-GAA); GAA durante a gestação e dieta CON durante a lactação (GAA-CON); e GAA durante a gestação e lactação (GAA-GAA). O número de matrizes por tratamento foram de 13, 14, 13 e 13, respectivamente. A suplementação com GAA para matrizes melhorou as características reprodutivas e tendeu a aumentar o número total de leitões nascidos vivos (P = 0.059). O uso de GAA durante a lactação aumentou a produção diária de leite ao longo dessa fase (P = 0.001) e melhorou o conteúdo de aminoácidos do leite no 7º dia de lactação (P < 0.05). Consequentemente, a suplementação com GAA na gestação e lactação impactou no desempenho da lactação em matrizes de primeiro parto, melhorando o ganho de peso diário da leitegada e dos leitões (P = 0.005), assim como os pesos de desmame da leitegada e dos leitões (P = 0.05). Em conclusão, o uso de GAA melhorou o desempenho reprodutivo de matrizes jovens.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados