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Uma abordagem etnográfica do parentesco no candomblé: o caso do nagô do Recife, Pernambuco, Brasil

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Antípoda: Revista de Antropología y Arqueología, ISSN-e 1900-5407, Nº. 59, 2025 (Ejemplar dedicado a: Contemporary Doctoral Research in Latin America and the Caribbean (I)), págs. 81-101
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Aproximación etnográfica al parentesco en el candomblé: el caso de los nagô de Recife, Pernambuco, Brasil
    • An Ethnographic Approach to Kinship in Candomblé: The Case of the Nagô in Recife, Pernambuco, Brazil
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo aborda la composición del parentesco en el candomblé de Recife, Pernambuco, Brasil. Utilizando un enfoque etnográfico, explora cómo se forman y conciben las familias de santos, a partir de la relación entre dos categorías centrales: santo, que se refiere a las relaciones establecidas por el ritual, y sangre, relativa al parentesco consanguíneo. Demuestro cómo estas categorías, santo y sangre se articulan constantemente a través de las actividades rituales del candomblé, en una relación de distinción —y no de oposición— entre ellas, de modo que el parentesco resulta y produce, al mismo tiempo, relaciones constituidas por el santo y la sangre —siendo esta una composición que se replica constantemente en diferentes escalas y dimensiones de la vida del nagô candomblé—. Como resultado del análisis, vemos cómo la familia del santo —y por lo tanto el propio parentesco— se configura como una extensa red que conecta casas, personas, deidades y antepasados. La discusión presentada se basa en los debates antropológicos sobre las religiones de matrices africanas y en los enfoques contemporáneos del parentesco, con el objetivo de articular estos campos a través de esta etnografía. Al hacerlo, contribuye a generar nuevas reflexiones sobre el parentesco propiciado por el ritual. De este modo, pone de relieve, al tiempo que trata de superar, las dualidades clásicas de los campos de estudio, como la unidad familiar, la consanguinidad y el ritual, lo dado y lo hecho, la sustancia y el simbolismo.

    • English

      This article examines the composition of kinship within the Candomblé tradition of Recife, Pernambuco, Brazil. Drawing on an ethnographic approach, it explores how families of saints are formed and understood through the interplay of two central categories: santo (saint), referring to relationships established through ritual, and sangre (blood), referring to biological kinship. The study demonstrates how these two lines—santo y sangre, ritual and blood—are continually interwoven through the ritual practices of Candomblé, forming a relationship marked by distinction rather than opposition. Kinship thus emerges through a dynamic synthesis of ritual and blood ties—a composition that recurs across multiple scales and dimensions of Nagô Candomblé life. The analysis reveals how the santo family—and therefore kinship itself—is configured as an expansive network linking houses, individuals, deities, and ancestors. The discussion engages with anthropological debates on African diasporic religions and contemporary kinship theories, aiming to bridge these fields through ethnographic inquiry. In doing so, it offers new reflections on the forms of kinship generated through ritual, challenging traditional binaries in kinship studies—such as family vs. ritual, biology vs. symbolism, the given vs. the made, and substance vs. meaning.

       

    • português

      Este artigo aborda a composição do parentesco no candomblé do Recife, Pernambuco, Brasil. Com uma abordagem etnográfica, explora-se como são formadas e concebidas as famílias de santo, a partir da relação entre duas categorias centrais: santo, que remete às relações instauradas pelo ritual, e sangue, relativas ao parentesco consanguíneo. Demonstro como tais linhas (santo e sangue) são constantemente articuladas por meio das atividades rituais do candomblé, em uma relação de distinção (e não oposição) entre elas, de modo que o parentesco resulta e produz, ao mesmo tempo, relações constituídas pelo santo e aquelas pelo sangue — sendo esta uma composição que se replica constantemente em diferentes escalas e dimensões da vida do candomblé nagô. Como resultado da análise, observa-se como a família de santo — e, portanto, o próprio parentesco — se configura enquanto uma extensa rede que conecta casas, pessoas, divindades e antepassados. A discussão apresentada se fundamenta em debates antropológicos sobre as religiões de matriz africana e em abordagens contemporâneas do parentesco, objetivando, em primeiro lugar, articular tais campos por meio desta etnografia. Com isso, contribui com novas reflexões sobre o parentesco enquanto propiciado pelo ritual. Desse modo, evidencia, ao mesmo tempo que busca superar, as dualidades clássicas dos campos de estudo, como unidade familiar, consanguinidade e ritual, dado e feito, substância e simbolismo.


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