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Figueiredo, Luís Henrique dos Santos
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Ribeiro, Áurea Helena Puga
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Brasil
Propósito: Este estudio explora la influencia de la Innovación del Modelo de Negocio (IMN) en las capacidades organizativas y el desempeño de las empresas durante dos crisis brasileñas recientes: la recesión de 2015-16 y la pandemia COVID-19 de 2020.
Metodología/enfoque: El estudio utilizó una encuesta en línea de dos oleadas dirigida a ejecutivos que interactuaban con una escuela de negocios brasileña. La primera ola tuvo lugar durante la recesión de 2015-16 y la segunda durante la pandemia de 2020.
Originalidad/Relevancia: Esta investigación ayuda a comprender cómo las empresas responden a las crisis inovando sus modelos de negocio y el papel de las capacidades organizativas en la mediación de este proceso.
Principales conclusiones: En 2015-16, las empresas de sectores menos turbulentos que adoptaron el IMC obtuvieron mejores resultados. Por el contrario, durante la pandemia de 2020, el IMC en entornos altamente turbulentos condujo a un rendimiento superior. El estudio destaca la importancia de alinear la capacidades con el contexto de crisis para el rendimiento en tiempos turbulentos.
Aportaciones teóricas/metodológicas: Esta investigación se alinea con la Teoría Basada en los Recursos (TBR) y la literatura sobre capacidades dinámicas, aclarando las interacciones entre la IMC, las capacidades organizativas y las turbulencias durante las crisis.
Contribuciones: Comprender la interacción entre la IMC, las capacidades y las turbulencias puede orientar a las empresas en sus respuestas a las crisis económicas, ayudando a la toma de decisiones estratégicas y a la adaptabilidad.
Objetivo: Este estudo explora a influência da Inovação de Modelo de Negócios (IMN) nas capacidades organizacionais e no desempenho da empresa durante duas crises brasileiras recentes: a recessão de 2015-16 e a pandemia de COVID-19 de 2020.
Metodologia/abordagem: O estudo adotou um survey on-line de duas ondas, focando executivos que interagiram com uma escola de negócios brasileira. A primeira onda ocorreu durante a recessão de 2015-16 e a segunda durante a pandemia de 2020.
Originalidade/Relevância: Esta pesquisa auxilia a compreensão de como as empresas respondem a crises de diferentes naturezas inovando seus modelos de negócios e o papel das capacidades organizacionais na mediação desse processo.
Principais conclusões: Em 2015-16, as empresas de setores menos turbulentos que adotaram o IMN obtiveram melhor desempenho. Em contrapartida, durante a pandemia de 2020, o IMN em ambientes altamente turbulentos levou a um desempenho superior. O estudo destaca a importância do alinhamento de recursos e capacidades com o contexto da crise para o ajuste organizacional e o desempenho em tempos turbulentos.
Contribuições teóricas/metodológicas: Esta pesquisa está alinhada com a Teoria Baseada em Recursos (RBT) e com a literatura sobre capacidades dinâmicas, esclarecendo as interações entre IMN, capacidades organizacionais e turbulência durante as crises.
Contribuições sociais/gerenciais: A compreensão da interação entre IMN, capacidades e turbulência podem orientar as empresas em suas respostas às crises econômicas, auxiliando na tomada de decisões estratégicas e na adaptabilidade. Esta pesquisa oferece percepções valiosas para as organizações que navegam em ambientes turbulentos.
Objective: This study explores the influence of Business Model Innovation (BMI) on organizational capabilities and firm performance during two recent Brazilian crises: the 2015-16 recession and the 2020 COVID-19 pandemic.
Methodology/Approach: The research was conducted with a two-wave cross-sectional online survey, targeting executives that interacted with a Brazilian business school. The first wave took place during the 2015-16 recession, and the second during the 2020 pandemic. The survey focused on BMI, organizational capabilities, competitive intensity, and environmental turbulence.
Originality/Relevance: This research contributes to the understanding of how firms respond to crises of different nature by innovating their business models and the role of organizational capabilities in mediating this process. It offers insights into how the impact of BMI on firm performance varies under different turbulence levels.
Key Findings: In the 2015-16 crisis, firms in less turbulent industries that embraced BMI achieved higher performance. In contrast, during the 2020 pandemic, BMI in highly turbulent settings led to superior performance. The study highlights the importance of resource and capability alignment with the crisis context for organizational fit and performance in turbulent times.
Theoretical/Methodological Contributions: This research aligns with Resource-Based Theory (RBT) and dynamic capabilities literature, shedding light on the interactions between BMI, organizational capabilities, and turbulence during crises.
Social/Management Contributions: Understanding the interplay between BMI, capabilities, and turbulence can guide firms´ responses to economic crises, supporting strategic decision-making and adaptability. This research offers valuable insights for organizations facing turbulent environments.
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