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Por uma “pedagogia negra” – enegrecer o currículo e o ensino para romper com a normatividade branca, enfrentar o episteminicídio educacional e afirmar a população negra como sujeito epistêmico

  • Autores: Joner Ney Vieira da Silva, Alex de Mesquita Marinho, José María Nogueira, Rakell Rays dos Anjos Alves, José de Sousa Campos Júnior, Mariane Della Coletta Savioli, Priscila dos Santos Peixoto, Mauricio Silva Alves, Elijane dos Santos Silva, Franciely Fernandes Duarte, Sebastião Carlos dos Santos Carvalho, Enisandra Aparecida Garcia Oliveira, Marcela da Silva Melo
  • Localización: Observatorio de la Economía Latinoamericana, ISSN-e 1696-8352, Vol. 23, Nº. 6, 2025
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Por una “pedagogía negra” –ennegrecer el currículo y la enseñanza para romper con la normatividad blanca, enfrentar el epistemicidio educativo y afirmar a la población negra como sujeto epistémico
    • For a “black pedagogy” –blackening the curriculum and teaching to break white normativity, confront educational epistemicide, and affirm black people as epistemic subjects
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo propone una reflexión crítica y propositiva sobre la construcción de una “Pedagogía Negra”, es decir, una praxis educativa comprometida con la ruptura de las estructuras coloniales y racistas que aún sustentan el currículo escolar. Asimismo, parte del reconocimiento de que la escuela brasileña, históricamente, fue concebida para reproducir la normatividad blanca, borrando saberes, memorias y protagonismos de la población negra. En consecuencia, se genera un proceso continuo de “epistemicidio”, o sea, la deslegitimación sistemática de las epistemologías afrobrasileñas y africanas en el espacio educativo. De este modo, el objeto de este estudio se centra en el análisis de estrategias pedagógicas, curriculares y políticas que permitan “ennegrecer” la enseñanza y reconocer a los sujetos negros como productores legítimos de conocimiento. El objetivo general es comprender cómo la inclusión de perspectivas negras en el currículo puede contribuir al enfrentamiento del racismo estructural y a la construcción de una educación verdaderamente antirracista. Los objetivos específicos son: (1) mapear los mecanismos de borramiento de la historia y la cultura negra en la escuela; (2) identificar experiencias educativas que ya afirman la presencia negra como potencia epistémica; y (3) proponer caminos para la implementación efectiva y crítica de la Ley 10.639/03 de forma descolo-nizadora. Es importante destacar que, aunque los avances legales hayan ampliado las po-sibilidades de discusión étnico-racial en las escuelas, la prácticapedagógica aún se man-tiene fuertemente anclada en visiones eurocéntricas del conocimiento. Por eso, la pre-gunta orientadora de este artículo es: ¿cómo construir una pedagogía negra que enne-grezca el currículo, enfrente el epistemicidio y afirme la centralidad de la población negra como sujeto epistémico en la escuela brasileña? Teóricamente, este estudio se apoya en los trabajos de Asante (1997; 2009), Bento (2022), Collins (1999; 2019), Costa (2010; 2013), Dei (2010; 2017), Fanon (1980; 2008; 2022), Freire (1992; 2014), Gonzalez (2022), Giroux (1997), hooks (2010; 2013; 2018; 2019), Kilomba (2020), Mbembe (2025), Munanga (2005), Nascimento (1980; 2023), Ribeiro (2018; 2019), Santos (2008; 2014; 2020), Silva (2007), Smith (2007), Spillers (2021), Tuhiwai (2007), Viotti (2010; 2013), entre otros. Los resultados evidenciaron que construir una pedagogía negra exige romper con la lógica eurocéntrica del currículo, valorar las epistemologías afrobrasileñas y combatir activamente el epistemicidio escolar. Se constató que ya existen experiencias educativas insurgentes que señalan caminos concretos hacia el reconocimiento de la población negra como sujeto epistémico, mediante la reconfiguración de los contenidos, las metodologías y las prácticas docentes. Así, ennegrecer la enseñanza también significa disputar el sentido de la escuela y revertir la política del olvido.

    • English

      This article proposes a critical and proactive reflection on the construction of a “Black Pedagogy,”that is, an educational praxis committed to breaking the colonial and racist structures that still underpin the school curriculum. Furthermore, it starts from the recog-nition that Brazilian schools have historically been designed to reproduce white norma-tivity, erasing the knowledge, memories, and protagonism of Black populations. As a result, there is a continuous process of “epistemicide”,meaning the systematic delegiti-mization of Afro-Brazilian and African epistemologies in educational spaces. Thus, the object of this study focuses on analyzing pedagogical, curricular, and political strategies that make it possible to “blacken”education and recognize Black individuals as legitimate producers of knowledge. The general objective is to understand how the inclusion of Black perspectives in the curriculum can contribute to confronting structural racism and building a truly antiracist education. The specific objectives are: (1) to map the mecha-nisms of erasure of Black history and culture in schools; (2) to identify educational expe-riences that already affirm Black presence as an epistemic force; and (3) to propose paths for the effective and critical implementation of Law 10.639/03 in a decolonizing manner. It is important to highlight that, although legal advancements have expanded the possi-bilities for ethnic-racial discussion in schools, pedagogical practice still remains largely anchored in Eurocentric conceptions of knowledge. Therefore, the guiding question of this article is: how to build a Black pedagogy that blackens the curriculum, confronts epistemicide, and affirms the centrality of Black people as epistemic subjects in Brazilian schools? Theoretically, the study draws on the works of Asante (1997; 2009), Bento (2022), Collins (1999; 2019), Costa (2010; 2013), Dei (2010; 2017), Fanon (1980; 2008; 2022), Freire (1992; 2014), Gonzalez (2022), Giroux (1997), hooks (2010; 2013; 2018; 2019), Kilomba (2020), Mbembe (2025), Munanga (2005), Nascimento (1980; 2023), Ribeiro (2018; 2019), Santos (2008; 2014; 2020), Silva (2007), Smith (2007), Spillers (2021), Tuhiwai (2007), Viotti (2010; 2013), among others. The results showed that con-structing a Black pedagogy requires breaking with the Eurocentric logic of the curricu-lum, valuing Afro-Brazilian epistemologies, and actively combating school epistemicide. It was found that insurgent educational experiences already point to concrete paths for recognizing the Black population as an epistemic subject through the reconfiguration of content, methodologies, and teaching practices. Therefore, to blacken education also means to dispute the meaning of the school and reverse the politics of forgetting.

    • português

      O presente artigo propõe uma reflexão crítica e propositiva em torno da construção de uma “Pedagogia Negra”, isto é, uma práxis educativa comprometida com o rompimento das estruturas coloniais e racistas que ainda sustentam o currículo escolar. E ainda, parte-se do reconhecimento de que a escola brasileira, historicamente, foi pensada para reproduzir a normatividade branca, apagando saberes, memórias e protagonismos da população negra. Em consequência disso, gera-se um processo contínuo de “epistemicídio”, isto é, a sistemática deslegitimação das epistemologias afro-brasileiras e africanas no espaço educacional. Assim, o objeto deste estudo concentra-se na análise das estratégias pedagógicas, curriculares e políticas que possibilitem “enegrecer” o ensino e reconhecer os sujeitos negros como legítimos produtores de conhecimento. Para tanto, a pesquisa tem como objetivo geral compreender de que maneira a inclusão de perspectivas negras no currículo pode contribuir para o enfrentamento do racismo estrutural e para a construção de uma educação verdadeiramente antirracista. Como objetivos específicos, busca-se: (1) mapear os mecanismos de apagamento da história e da cultura negra na escola; (2) identificar experiências educativas que já afirmam a presença negra como potência epistêmica; e (3) propor caminhos para a efetiva implementação da Lei 10.639/03, de forma crítica e descolonizadora. É importante destacar que, embora conquistas legais tenham ampliado as possibilidades de discussão étnico-racial nas escolas, a prática pedagógica ainda permanece fortemente ancorada em visões eurocentradas de conhecimento. Desse modo, convém observar que a pergunta norteadora deste artigo é: como construir uma pedagogia negra que enegreça o currículo, enfrente o epistemicídio e afirme a centralidade da população negra como sujeito epistêmico na escola brasileira? Teoricamente fizemos uso dos trabalhos de Asante (1997; 2009), Bento (2022), Collins (1999; 2019), Costa (2010; 2013), Dei (2010; 2017), Fanon (1980; 2008; 2022), Freire (2014; 1992), Gonzalez (2022), Giroux (1997), hooks (2010; 2013; 2018; 2019), Kilomba (2020), Mbembe (2025), Munanga (2005), Nascimento (1980; 2023), Ribeiro (2018; 2019), Santos (2008; 2014; 2020), Silva (2007), Smith (2007), Spillers (2021), Tuhiwai (2007), Viotti (2010; 2013), entre outros. Os resultados evidenciaram que a construção de uma pedagogia negra exige a ruptura com a lógica eurocentrada do currículo, a valorização das epistemologias afro-brasileiras e o combate ativo ao epistemicídio escolar. Verificou-se que experiências educativas insurgentes já apontam caminhos concretos para o reconhecimento da população negra como sujeito epistêmico, por meio da reconfiguração dos conteúdos, das metodologias e das práticas docentes. Assim, enegrecer o ensino significa também disputar o sentido da escola e reverter a política do esquecimento.


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