Este artículo expone y analiza algunos resultados de la investigación "Gobernanza territorial en Brasil: especificidades institucionales, lógica espacial y políticas de desarrollo", guiados por la siguiente pregunta: ¿las estructuras de gobernanza refuerzan la inercia institucional o, por el contrario, son indicaciones de modernización política? Basado en el supuesto de que la función básica de las estructuras es la cooperación, la hipótesis puede expresarse mediante la siguiente declaración: la inercia institucional y la tendencia a la estabilidad presente en las relaciones entre los actores dificultan la cooperación y la participación al legitimar comportamientos relativamente inapropiados en la búsqueda de Desarrollo sostenible territorial. Sin embargo, las dificultades en la cooperación también pueden indicar un proceso de modernización política. El análisis de los datos y el desarrollo de la hipótesis se realizaron a través de un modelo simplificado de la realidad, el juego, formado por las interacciones entre actores e instituciones. Los cambios en la legitimidad institucional modifican el comportamiento de los actores y pueden describirse como un proceso de modernización política. Sin embargo, los datos recopilados indicaron que la cooperación y la participación se truncan en el marco de las estructuras durante el período estudiado (2002-2014), lo que sugiere que su funcionamiento puede caracterizarse más por la inercia institucional y menos por la modernización política.
This paper exposes and analyzes some results of the research "Territorial Governance in Brazil: institutional specificities, spatial logics and development policies", guided by the following question: do governance structures reinforce institutional inertia or, on the contrary, are they signs of political modernization? Assuming that the basic function of structures is cooperation, the hypothesis can be expressed by following statement: institutional inertia and tendency to stability present in relations between actors hinder cooperation and participation by legitimizing relatively inadequate behaviors in search for sustainable territorial development. However, cooperation difficulties may also indicate a process of political modernization. The data analysis and development of hypothesis were made through a simplified reality model, the game, formed by the interactions between actors and institutions. Changes in institutional legitimacy modify actors' behavior and can be described as a process of political modernization. However, data collected indicate that cooperation and participation are truncated within the structures during the period studied (2002-2014), suggesting that their functioning can be characterized more by institutional inertia and less by political modernization.
Este trabalho expõe e analisa alguns resultados da pesquisa “Governança territorial no Brasil: especificidades institucionais, lógicas espaciais e políticas de desenvolvimento”, guiado pela seguinte questão: as estruturas de governança reforçam a inércia institucional ou, pelo contrário, são indícios de modernização política? Partindo do pressuposto de que a função básica das estruturas é a cooperação, a hipótese poder ser expressa pela seguinte afirmação: a inércia institucional e a tendência à estabilidade presente nas relações entre atores dificultam a cooperação e a participação ao legitimar comportamentos relativamente inadequados na busca pelo desenvolvimento sustentável territorial. Porém, as dificuldades de cooperação também podem indicar um processo de modernização política. A análise dos dados e o desenvolvimento da hipótese foram feitos através de um modelo simplificado da realidade, o jogo, formado pelas interações entre atores e instituições. Mudanças na legitimidade institucional modificam os comportamentos dos atores e podem ser descritos como um processo de modernização política. Entretanto, os dados coletados indicaram que a cooperação e a participação são truncadas no âmbito das estruturas durante o período estudado (2002-2014), sugerindo que o seu funcionamento pode ser caracterizado mais pela inércia institucional e menos pela modernização política.
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