O artigo analisa as peculiaridades que envolvem a implementação do Banco da Terra no Estado do Rio Grande do Sul. O estudo indica os alcances e limitações desse programa a partir de pesquisa realizada com 60 famílias que adquiriram propriedades rurais entre os anos 2001 e 2002. Aproximadamente 21% dos agricultores não conseguiram pagar a primeira prestação de seus contratos, apesar de a maioria deles haver melhorado suas condições sociais de existência. A realidade demonstra problemas similares aos que enfrentam agricultores assentados por outros programas como a questão da assistência técnica e o acesso a políticas de promoção social.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados