Este artículo aborda la nominación “preta Fermina” a partir del Auto de preguntas, un documento integrante del proceso-crimen nº 413 de 1854. El objetivo es contribuir al desarrollo de una teorización de la frontera, basada en el Análisis del Discurso (AD). El texto propone un análisis discursivo que problematiza las cuestiones del nombre propio y las tensiones jurídicas en la frontera entre Brasil y Uruguay, en un período específico del siglo XIX, marcado por la abolición de la esclavitud en Uruguay y su permanencia en Brasil. En este proceso de constitución de los sujetos, la frontera se configura como un espacio contradictorio, situado en la delgada línea entre la libertad y la esclavitud.
This article examines the naming of “preta Fermina” through the Auto de perguntas, a document included in criminal case nº 413 from 1854. The objective is to contribute to a deeper theorization about the border, grounded in Discourse Analysis (DA). The text proposes a discursive analysis that problematizes issues related to proper names and legal tensions at the Brazil-Uruguay border during a specific period in the 19th century, marked by the abolition of slavery in Uruguay and its persistence in Brazil. In this process of subject formation, the border emerges as a contradictory space, situated on the delicate threshold between freedom and slavery.
Este artigo aborda a nomeação “preta Fermina” a partir do Auto de perguntas, documento integrante do processo-crime nº 413 de 1854. O objetivo é contribuir para o aprofundamento de uma teorização da fronteira, com base na Análise de Discurso (AD). O texto propõe uma análise discursiva que problematiza as questões do nome próprio e as tensões jurídicas na fronteira Brasil-Uruguai, em um período específico do século XIX, marcado pela abolição da escravidão no Uruguai e sua permanência no Brasil. Nesse processo de constituição dos sujeitos, a fronteira se configura como um espaço contraditório, situado na linha tênue entre liberdade e escravidão.
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