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No hay acto sin escena, no hay escena sin teatro: aportes del materialismo de lo imaginario a las relaciones entre discurso e historia

    1. [1] IIGG-UBA
  • Localización: Fórum Linguístico, ISSN-e 1984-8412, Nº. 22, 2025
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Não há ato sem cena, não há cena sem teatro: contribuições do materialismo do imaginário para as relações entre discurso e história
    • No act without scene, no scene without theater: A contribution of the materialism of the imaginary to the relationship between discourse and history
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo despliega un doble propósito. Por un lado, introducir, a propósito de algunos debates abiertos en torno de la teoría del discurso, elementos teóricos del campo problemático que denominamos materialismo de lo imaginario. Y, simultáneamente, mostrar el modo en el que, en esa perspectiva, la categoría de fantasma, proveniente del psicoanálisis, permite avanzar hacia una elaboración materialista de lo real como conjunción singular sobredeterminada y de la eficacia de su inscripción en los procesos (plexos) que la exceden. Esa doble cuestión suele ser indicada con el concepto de performatividad. Propongo finalmente que la tarea de un materialismo de lo imaginario para una teoría del discurso, es también la de elaborar una noción de performatividad acorde a sus axiomas centrales. En esa senda, la categoría, todavía inexacta, de fantasma también se muestra promisoria

    • English

      There are two purposes to this article. On the one hand, to introduce, regarding some open debates on discourse theory, theoretical elements of the problematic field that we call materialism of the imaginary. Secondly, showing the way in which, within this perspective, the category of phantasm, coming from psychoanalysis, allows us to move towards a materialist elaboration of the real as an overdetermined singular conjunction and the effectiveness of its inscription in the processes (plexuses) that exceed it. This double question is usually indicated through the concept of performativity. Finally, I propose that the task of a materialism of the imaginary towards a theory of discourse is also to develop a notion of performativity in accordance with its central axioms. Along this path, the still inaccurate category of phantasm also shows much potential.

    • português

      O objetivo deste artigo é duplo. Por um lado, introduzir, com relação a alguns debates abertos em torno da teoria do discurso, elementos teóricos do campo problemático que chamamos de materialismo do imaginário. E, simultaneamente, mostrar como, nessa perspectiva, a categoria de fantasma, proveniente da psicanálise, nos permite avançar em direção a uma elaboração materialista do real como uma conjunção singular sobredeterminada e da eficácia de sua inscrição nos processos (plexos) que o ultrapassam. Essa dupla questão é frequentemente indicada pelo conceito de performatividade. Propõe-se que a tarefa de um materialismo do imaginário para uma teoria do discurso é também elaborar uma noção de performatividade de acordo com seus axiomas centrais. Nesse caminho, a categoria ainda inexata de fantasma também se mostra promissora. Por fim, essas elaborações teóricas são mobilizadas com relação ao poder heurístico da noção do lugar de fala, a partir de uma perspectiva materialista, a fim de abrir as brechas de sua consistência sobredeterminada.


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