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Alexandre Florêncio dos Santos
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Cleide Maria de Mello
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Brasil
El presente artículo discute, a la luz de académicos negros contemporáneos, el concepto de raza como una construcción sostenida por discursos cotidianos e institucionales que naturalizan relaciones racializadas asimétricas. Basándose en el marco teórico y metodológico del Análisis Narrativo, los datos provienen de tres contextos: la violencia policial en Río de Janeiro y la lucha por la justicia de las madres de las víctimas de este tipo de violencia; el entorno corporativo/empresarial y sus políticas de inclusión de la población negra; y las tensiones raciales en el contexto de la fe protestante en Brasil. El análisis indica varias disputas discursivas en torno a la categoría de raza y las prácticas narrativas que funcionan como formas de resistencia en cada contexto analizado.
In the light of contemporary Black scholars, this paper discusses the concept of race as a construc-tion sustained by everyday and institutional discourses that naturalize racialized asymmetrical re-lations. Drawing on the theoretical and methodological framework of Narrative Analysis, the data derive from three contexts: police violence in Rio de Janeiro and the struggle for justice by the mothers of victims of this type of violence; the corporate/business environment and its policies for the inclusion of the Black population; and the racial tensions in the context of Protestant faith in Brazil. The analysis indicates several discursive disputes surrounding the category of race and the narrative practices that function as forms of resistance in each analyzed context.
O presente artigo discute, à luz de pensadores/as negros/as contemporâneos, o conceito de raça como construção sustentada por discursos cotidianos e institucionais que naturalizam relações so-ciais assimétricas e injustas. A partir da base teórico-metodológica da Análise de Narrativa, toma-mos como material analítico três contextos: a violência policial no Rio de Janeiro e a luta por justiça das mães de vítimas desse tipo de violência; o cenário corporativo/empresarial e suas políticas de inclusão da população negra e as tensões raciais presentes no contexto da fé protestante no Brasil. Os resultados indicam para cada um desses contextos as disputas discursivas em torno da categoria de raça e as práticas narrativas que funcionam como formas de resistência.
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