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Valdivia, Chile
Santiago, Chile
Introducción: La sentadilla es un ejercicio esencial en el entrenamiento de fuerza y ampliamente utilizado en rehabilitación y prevención de lesiones. Su correcta ejecución requiere control de fuerzas articulares, activación muscular y estabilidad de la rodilla. El análisis biomecánico permite comprender el impacto de las cargas sobre las diferentes articulaciones, optimizando su aplicación clínica y deportiva.
Objetivo: Analizar cuantitativamente las cargas biomecánicas fuerzas compresivas, torques articulares, estrés patelofemoral y activación muscular generadas por distintas variantes de sentadilla para orientar su prescripción en contextos terapéuticos y de rendimiento.
Metodología: Se realizó una revisión sistemática de estudios experimentales publicados entre 2018 y 2024 en PubMed, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, Embase y Google Scholar. Se incluyeron investigaciones que midieran fuerzas tibiofemorales y patelofemorales, así como activación muscular mediante electromiografía.
Resultados: Se analizaron 11 estudios (203 participantes), edad media (25±5 años). Las variantes incluyeron sentadillas traseras, frontales, con bandas elásticas, en superficies inestables (BOSU), unipodales y adaptaciones terapéuticas. El incremento de carga externa (hasta 80% 1RM) aumentó significativamente la fuerza compresiva tibiofemoral. Las bandas elásticas redujeron torques extensores y valgizantes; la retroalimentación visual y la elevación de talones disminuyeron el estrés patelofemoral y mejoraron la profundidad. Las sentadillas unipodales generaron mayor carga femoropatelar.
Conclusión: La prescripción de sentadillas debe personalizarse, en fases iniciales de rehabilitación se recomiendan variantes con menor carga articular, en etapas avanzadas pueden incorporarse variantes profundas con progresión controlada. Ajustes posturales y mecánicos optimizan la seguridad y eficacia terapéutica.
Introdução: O agachamento é um exercício essencial no treino de força e muito utilizado na reabilitação e prevenção de lesões. A sua execução adequada requer o controlo da força articular, da ativação muscular e da estabilidade do joelho. A análise biomecânica permite compreender o impacto das cargas nas diferentes articulações, otimizando a sua aplicação clínica e desportiva.
Objectivo: Analisar quantitativamente as cargas biomecânicas (forças compressivas, torques articulares, stresse patelofemoral e activação muscular) geradas por diferentes variações do agachamento para orientar a sua prescrição em contextos terapêuticos e de desempenho.
Metodologia: Foi conduzida uma revisão sistemática dos estudos experimentais publicados entre 2018 e 2024 nas bases de dados PubMed, Scopus, Web of Science, Biblioteca Cochrane, Embase e Google Scholar. Foram incluídos estudos que mediram as forças tibiofemoral e patelofemoral, bem como a ativação muscular através de eletromiografia.
Resultados: Foram analisados onze estudos (203 participantes), com uma média de idades de 25 ± 5 anos. As variações incluíram agachamentos com barra, agachamentos com barra frontal, agachamentos com bandas elásticas, agachamentos em superfícies instáveis (BOSU), agachamentos unipodais e adaptações terapêuticas. O aumento da carga externa (até 80% de 1RM) aumentou significativamente a força compressiva tibiofemoral. As bandas elásticas reduziram os torques extensores e valgistas; o feedback visual e a elevação dos calcanhares diminuíram o stresse patelofemoral e melhoraram a profundidade. Os agachamentos unipodais geraram maior carga femoro-rotuliana.
Conclusão: A prescrição do agachamento deve ser personalizada. Em fases iniciais da reabilitação, recomendam-se variações com menor carga articular; em fases avançadas, podem ser incorporadas variações profundas com progressão controlada. Os ajustes posturais e mecânicos otimizam a segurança e a eficácia terapêutica.
Introduction: The squat is a fundamental exercise in strength training and is widely used in rehabilitation and injury prevention. Its correct execution requires control of joint forces, muscle activation, and knee stability. Biomechanical analysis allows for understanding the impact of loads on different joints, optimizing its clinical and sports application.
Objective: To quantitatively analyze biomechanical loads compressive forces, joint torques, patellofemoral stress, and muscle activation generated by different squat variations to guide their prescription in therapeutic and performance contexts.
Methods: A systematic review was conducted of experimental studies published between 2018 and 2024 in PubMed, Scopus, Web of Science, Cochrane Library, Embase, and Google Scholar. Studies measuring tibiofemoral and patellofemoral forces, as well as muscle activation through electromyography, were included.
Results: Eleven studies (203 participants; mean age 25 ± 5 years) were analyzed. Variations included back squats, front squats, squats with elastic bands, on unstable surfaces (BOSU), single-leg squats, and therapeutic adaptations. Increases in external load (up to 80% 1RM) significantly raised tibiofemoral compressive force. Elastic bands reduced extensor and valgus torques; visual feedback and heel elevation decreased patellofemoral stress and improved depth. Single-leg squats generated greater femoropatellar load.
Conclusion: Squat prescription should be individualized, in early rehabilitation phases, variations with lower joint load are recommended, in advanced stages, deep squat variations with controlled progression may be incorporated. Postural and mechanical adjustments optimize therapeutic safety and effectiveness.
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