Puno, Perú
Introducción: El deterioro cognitivo en adultos mayores compromete su autonomía, mientras que la actividad física representa una estrategia relevante para su prevención.
Objetivo: Determinar la relación entre deterioro cognitivo y actividad física en adultos mayores de una población peruana rural del Perú.
Metodología: Estudio cuantitativo, correlacional y transversal con 80 participantes. Se aplicaron el Test Minimental State Examination (MMSE) y el cuestionario Rapid Assessment of Physical Activity (RAPA). El análisis incluyó estadística descriptiva, Rho de Spearman y regresión lineal múltiple.
Resultados: Los adultos mayores jóvenes (60-74 años) fueron más activos que los de 75 años o más (p <0.001). Las mujeres superaron a los hombres en actividad física (p = 0.042), y los casados mostraron mayores niveles de ejercicio que viudos o divorciados (p = 0.037). Un nivel educativo más alto (p = 0.031) y la ocupación en actividades como la ganadería (p = 0.035) se asociaron con mayor actividad física. Se identificó una asociación significativa entre deterioro cognitivo y actividad física aeróbica, de fuerza y flexibilidad (p< 0.001). Además, se evidenció una asociación positiva y significativa entre actividad física y las dimensiones cognitivas de orientación, atención-cálculo y lenguaje. En contraste, no se hallaron asociaciones significativas con memoria ni praxis constructiva.
Conclusiones: Existe una relación significativa entre el deterioro cognitivo y la actividad física en adultos mayores, lo que subraya la importancia de promover estilos de vida activos como una estrategia potencial para preservar las funciones cognitivas y favorecer una mejor calidad de vida en esta población.
Introduction: Cognitive impairment in elderly adults involves their autonomy, while the physical activity represents a relevant strategy for its prevention.
Objective: Determine the relationship between cognitive impairment and physical activity in elderly adults from a rural Peruvian population in Peru.
Methodology: Quantitative study, correlational and transversal with 80 participants. The Minimental State Examination (MMSE) test and the Rapid Assessment of Physical Activity (RAPA) questionnaire were applied. The study included descriptive statistics, Rho from Spearman and multiple lineal regression.
Results: The young elderly adults (60-74 years) were more active than the 75 years or more (p <0.001). The women outperformed the men in physical activity (p = 0.042), and the married showed higher levels of exercise than the widowed or divorced (p = 0.037). A higher educational level (p = 0.031) and the occupation in activities such as farming (p = 0.035) were associated with higher physical activity. A significant association was identified between cognitive impairment and aerobic, strength and flexibility physical activities (p< 0.001). Moreover, a positive and significant association was evidenced between physical activity and the cognitive dimensions of orientation, attention-calculus and language. In contrast, no significant associations to memory nor constructive praxis were found.
Conclusions: There is a significant relationship between cognitive impairment and physical activity in elderly adults, which highlights the importance of promoting active lifestyles as a potential strategy to preserve cognitive function and favor a better quality of life in this population.
Introdução: O declínio cognitivo nos idosos compromete a sua autonomia, enquanto a atividade física representa uma estratégia relevante para a sua prevenção.
Objectivo: Determinar a relação entre o declínio cognitivo e a actividade física em idosos de uma população rural peruana.
Metodologia: Foi realizado um estudo quantitativo, correlacional e transversal com 80 participantes. Foram aplicados o Mini Exame do Estado Mental (MEEM) e o questionário de Avaliação Rápida da Atividade Física (RAPA). A análise incluiu estatística descritiva, teste de Spearman e regressão linear múltipla.
Resultados: Os idosos mais jovens (60 a 74 anos) foram mais ativos do que os que tinham 75 ou mais anos (p < 0,001). As mulheres foram mais ativas do que os homens em atividade física (p = 0,042) e os indivíduos casados apresentaram níveis de exercício mais elevados do que os viúvos ou divorciados (p = 0,037). Um maior nível educacional (p = 0,031) e a ocupação em atividades como a pecuária (p = 0,035) estiveram associados a maior atividade física. Foi identificada uma associação significativa entre o défice cognitivo e a atividade física aeróbia, de força e flexibilidade (p < 0,001). Além disso, foi encontrada uma associação positiva e significativa entre a atividade física e as dimensões cognitivas da orientação, atenção-cálculo e linguagem. Em contraste, não foram encontradas associações significativas com a memória ou a práxis construtiva.
Conclusões: Existe uma relação significativa entre o défice cognitivo e a atividade física nos idosos, o que reforça a importância da promoção de estilos de vida ativos como uma potencial estratégia para preservar as funções cognitivas e promover uma melhor qualidade de vida nesta população.
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