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Literatura na contramão da efemeridade da produção flexível: a formação humana como substância

    1. [1] Universidade Federal de Goiás-UFG
  • Localización: Contexto, ISSN-e 2358-9566, Vol. 1, Nº. 42, 2022 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Literatura e escrita literária na excitada sociedade do espetáculo), págs. 127-143
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Literature on the wrong way of ephemerality of flexible production: human formation as substance
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      É no contexto da sociedade excitada permeada pela efemeridade da produção flexível que se faz fundamental problematizar a substância da literatura: a formação humana. Este trabalho discute a relação entre literatura e formação humana a partir dos autores Theodor Adorno e Walter Benjamin, que, embora apresentem diferenças teóricas, contribuem para a análise da literatura em seus aspectos formativos. A literatura é concebida como uma produção da cultura, uma expressão da arte que, em sua imanência, já traz tensões entre experiência e o todo social, e carrega na sua forma estética possibilidades de experiências formativas voltadas para o processo de humanização. Elementos estéticos, tais como: universalidade, enigma, alegoria, mimese, relações de semelhança, forma e conteúdo, parte e todo, sujeito-objeto, linguagem não padronizada, razão que nega a funcionalidade e a não expropriação do esquematismo kantiano distanciam a literatura da semiformação.

    • English

      In the context of an excited society permeated by the ephemerality of the flexible production becomes fundamentally important to discuss the essence of literature: the human formation.This work discusses the relationship between literature and human formation from the authors Theodor Adorno and Walter Benjamin. Theodor Adorno and Walter Benjamin, although presenting theorical differences, contribute to Literature analysis in its formation aspects. Literature is conceived as a production of culture, an expression of art that in its immanence already brings tensions between experience and the whole of society and carries in its aesthetic form possibilities of formative experiences focused on the humanization process. Aesthetic elements, such as universality, enigma, allegory, mimesis, similarity relations, form and content, part and everything, subject-object, non-standardized language, reason that denies the functionality and non-expropriation of the Kantian schematism distance literature from semi-formation.


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