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Sujeitos em trânsito: reflexões sobre a “Segunda geração” do exílio na escrita feminina chilena contemporânea

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro–UERJ
  • Localización: Contexto, ISSN-e 2358-9566, Nº. 33, 2018 (Ejemplar dedicado a: Dossiê: Literatura de Autoras de Língua Espanhola), págs. 34-59
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Subjects in transit: reflections on the “Second generation” of exile in the contemporary chilean women writers
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article aims to analyze and discuss the new relationships with space that are a result from the experience of displacements (TORO, 2010) and the reterritorialization (DELEUZE; GUATTARI, 1995) and their consequences for the identitary (re)construction of the feminine subject. This work is centered on the novel Pasajeros en tránsito (2012), the first Chilean literary work to deal with the generation known as the “second generation” of exile, written by Rossana Dresdner, who lived in exile with her family in Sweden. In the novel, the characters, as well as the author herself, live in liminal territories and moving spaces in a constant process of uprooting. The constant come and go of the characters makes the construction of a single belonging impossible. They are decentered characters who build a nomadic subjectivity. Therefore, they are owners of a moving, hybrid and translated identity, and conscious that their subjectivities are constructed through the experience of transit.

    • português

      Esse artigo objetiva analisar e discutir as novas relações com o espaço que resultam das experiências dos deslocamentos (TORO, 2010) e da reterritorialização (DELEUZE; GUATTARI, 1995) e suas consequências para a (re)construção identitária do sujeito feminino. O trabalho se centra no romance Pasajeros en tránsito(2012), de Rossana Dresdner que viveu exilada com sua família na Suécia, primeira obra literária chilena a tratar dessa geração conhecida como a “segunda geração” do exílio. Na obra, as personagens, assim como a autora, também habitam territórios liminares, espaços de movência em um processo constante de desenraizamento. O constante ir e vir das personagens impossibilita a construção de um pertencimento único. São personagens descentradas, que constroem uma subjetividade nômade. São, portanto, possuidoras de uma identidade móvel, híbrida e traduzida, conscientes de que suas subjetividades se constroem a partir da experiência do trânsito.


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