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Irrepetível desde sempre: tempo real e tempo imaginário em Cem anos de solidão

    1. [1] Universidade Federal do Piauí-UFPI
  • Localización: Contexto, ISSN-e 2358-9566, Nº. 25, 2014 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Poesia Contemporânea nos Países Africanos de Língua Portuguesa), págs. 165-180
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Since forever non repeatable: real time and imaginary time in One hundred years of solitude
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This paper has the goal of investigating how the concepts of real time and imaginary time of modern Physics are represented in One Hundred Years of Solitude, by Colombian author Gabriel García Márquez. We used A Brief History of Time and The Universe in a Nutshell, by Stephen Hawking, to define the concepts of real and imaginary time, then we investigated how these concepts are represented on the novel, where the linear chronology of Macondo dwells side by side with the full of repetitions history of the Buendía family. The paper was written by means of bibliographical research. The conclusion is that time in One Hundred Years of Solitude has a dual nature, where real time delimitates a history with beginning and end very well-defined, whereas imaginary time represents a cyclical notion of time.

    • português

      Este trabalho tem como objetivo investigar como os conceitos de tempo real e tempo imaginário da Física moderna são representados em Cem anos de solidão, do autor colombiano Gabriel García Márquez. Utilizamos as obras Uma breve história do tempo e O universo numa casca de noz, do físico britânico Stephen Hawking, para definirmos os conceitos de tempo real e tempo imaginário, para então investigarmos como estes conceitos são representados dentro da obra, onde a cronologia linear de Macondo convive com a história repleta de repetições da família Buendía. O trabalho foi realizado por meio de pesquisa bibliográfica, com a leitura da obra em questão e do suporte teórico necessário para sua análise. Conclui-se que o tempo em Cem anos de solidão possui uma natureza dual, na qual o tempo real delimita uma história com começo, meio e fim definidos e o tempo imaginário representa uma concepção temporal cíclica.


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