Brasil
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O artigo analisa práticas de avaliação em organizações da sociedade civil na Região Metropolitana de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, Brasil. Foram aplicados questionários e realizadas entrevistas com membros dessas organizações, e documentos foram coletados. Por meio da análise descritiva e de conteúdo das entrevistas e dos documentos, percebeu-se que é baixa a frequência na realização de avaliação e que as práticas avaliativas são voltadas para uma perspectiva quantitativa-financeira, sendo influenciadas pelas exigências de investidores e controladores. Os obstáculos principais estão relacionados com procedimentos operacionais e com o temor de que a avaliação revele falhas organizacionais. Como estímulos, destacam-se o uso da avaliação para legitimar as ações; a exigência de órgãos fiscalizadores; a necessidade de prestar contas; e a contribuição para identificar o que (não) funciona nas ações.
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