A política externa brasileira, durante muito apartada das possibilidades econômicas internacionais, tem revisto sua rota, atrelando-se à lógica globalizante, no momento em que se atesta estar a servir o liberalismo mais ao aprofundamento das desigualdades. Certo que os obstáculos devem ser suplantados e as aspirações transformadas em conquistas, o engenho pátrio elege o multilateralismo como seu instrumento edificador e a OMC depositária maior deste recurso.
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