Brasil
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Introduction:Individuals with sickle cell trait are usually asymptomatic, unlike those with sickle cell disease, whose clinical and hematological manifestations are well evident. In blood donation, a donor carrying hemoglobin sickle cell traits may bring some risks to the receiver under some specific conditions, e.g., when the receiver himself carries the sickle cell trait or in newborns. In order to minimize these risks and prioritize the quality of the transfusion, Ordinance No. 158 of February 4, 2016, established mandatory HbS screening in blood donors. Objective: Quantify the presence of HbS among blood donors from a Blood Center in the city of Passo Fundo, Rio Grande do Sul. Methods: Data from all 32,261 donors at the Blood Center of the city Passo Fundo, from January 2008 to July 2011. Donors aged 18-65 years. Results: Out of 32,261 blood donors’ records analyzed, 130 were positive for sickle cell trait (0.4%), and of these, 79 (60.8%) were male. Conclusion:The prevalence found in this study corroborates the data found in the relevant literature, which indicate a low prevalence of the sickle cell trait in the leukoderma population.
Introdução: Indivíduos portadores do traço falcêmico são, geralmente, assintomáticos, diferentemente do que acontece na anemia falciforme, em que as manifestações clínicas e hematológicas são mais bem evidentes. Na doação de sangue, um doador portador do traço falcêmico pode trazer alguns riscos para o receptor, em algumas condições específicas, como no caso do receptor ser falcêmico ou recém-nascido. A fim de minimizar esses riscos e priorizar a qualidade da transfusão, a Portaria N° 158 de 04 de fevereiro de 2016, instituiu a obrigatoriedade da pesquisa de HbS em doadores de sangue. Objetivo: Quantificar a presença de HbS em doadores de sangue no Hemocentro do município de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Métodos: Foram analisados os dados de todos os indivíduos que doaram sangue no Hemocentro de Passo Fundo, no período de janeiro de 2008 a julho de 2011, com faixa etária de 18 a 65 anos, totalizando 32.261 doadores. Resultados: Dos 32.261 prontuários analisados dos doadores de sangue, 130 mostraram-se positivos para o traço falciforme (0,4%), sendo que, desses, 79 (60,8%) eram do sexo masculino. Conclusão: A prevalência encontrada neste trabalho corrobora com os dados da literatura, que apontam baixa prevalência do traço falcêmico na população leucoderma.
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