Brasil
Introduction: Brazil has established public policies regarding low-risk prenatal care coverage. However, guidelines fail to fully cover humanized vaginal delivery. Objective: To compare the guidelines provided by nurses of two Family Health Units during the low-risk prenatal care regarding humanized vaginal delivery. Methods: This descriptive, cross - sectional and quantitative study was conducted in Vitória de Santo Antão, Pernambuco. Data were collected through a structured questionnaire between January and March 2016, involving 47 pregnant women enrolled at low risk prenatal care offered by the Bela Vista and Maranhão Family Health Units. Results: 70.8% of women at the Family Health Unit of Maranhão and 12.5% at Bela Vista reported that they did not not receive antenatal guidance. 41.8% in the Family Health Unit of Bela Vista and none in Maranhão received more than three guidelines about humanized vaginal delivery and none received more than three. However, regarding the preference of birth route, it was found that 69.5% of the pregnant women of the Family Health Unit of Maranhão preferred the humanized vaginal delivery, against 66.6% of Bela Vista. Conclusion: Guidelines on humanized vaginal delivery were not a defining factor for the choice of the delivery route, since the Unit of Maranhão does not promote conversation circles among pregnant women and was the one that presented the highest prevalence of choice for the Vaginal delivery.
Introdução: o Brasil possui políticas públicas sedimentadas quanto à cobertura da assistência ao pré-natal de baixo risco. Além disso, apresenta um déficit nas orientações, principalmente relacionada ao parto vaginal humanizado. Objetivo: comparar entre duas Unidades de Saúde da Família as orientações ofertadas pelo enfermeiro durante o pré-natal de baixo risco sobre a assistência ao parto vaginal humanizado. Métodos: estudo descritivo, transversal e de abordagem quantitativa, realizado em Vitória de Santo Antão, Pernambuco. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário estruturado, nos meses de janeiro a março de 2016 e teve como amostra 47 gestantes vinculadas ao pré-natal de baixo risco nas Unidades de Saúde da Família da Bela Vista e do Maranhão. Resultados: na Unidade de Saúde da Família do Maranhão, 70,8%, e, 12,5%, na Bela Vista referiram não receber orientações durante o pré-natal, e 41,8% na Unidade de Saúde da Família da Bela Vista e ninguém, no Maranhão, recebeu mais de três orientações acerca do parto vaginal humanizado e nenhuma recebeu mais de três. No entanto, quanto à preferência da via de parto, verificou-se que 69,5% das gestantes da Unidade de Saúde da Família do Maranhão preferiram o parto vaginal humanizado, contra 66,6% da Bela Vista. Conclusão: percebe-se que as orientações sobre o parto vaginal humanizado não foram um fator definidor para a escolha da via de parto, pois a Unidade do Maranhão não possui roda de conversa de gestante e foi a que apresentou a maior prevalência de escolha para o parto vaginal humanizado.
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