Brasil
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Introduction:Accessibility is a relevant dimension in studies assessing the performance and quality of health care services. Objective: This study aims at analyzing access to tuberculosis treatment for indigenous and non-indigenous people. Methods: 109 patients were interviewed between 2009-2011 in accordance with the Primary Care Assessment Tool (PCAT), which was adapted to better assess tuberculosis care in Brazil. Accessibility to treatment was categorized into organizational, economical and geographical dimensions, and then analyzed according to the Kruskall Wallis Test. Results: 1) Organizational Dimension: availability of transport vouchers and food parcels was deemed unsatisfactory for both groups , HIV/AIDS tests were insufficient for the indigenous people, and the amount of home visits was unsatisfactory for the non-indigenous. 2) Economical Dimension: indigenous people spend more money on transport than the other group. 3) Geographical Dimension: the distance from their dwellings to Tuberculosis/HIV Reference Centers hinders the treatment for the indigenous population. Conclusion:The most significant barrier found for both populations is the indirect cost of treatment.
Introdução: A acessibilidade representa dimensão relevante nos estudos sobre a avaliação do desempenho de serviços de saúde e da qualidade da atenção. Objetivo: Analisar a acessibilidade dos pacientes indígena e não indígenas ao tratamento de tuberculose (TB). Métodos: Entrevistas com 109 pacientes de TB foram realizados entre 2009-2011, utilizando o instrumento Primary Care Assessment Tool (PCAT), adaptado para a atenção a Tuberculose no Brasil. A acessibilidade foi categorizada em dimensões: organizacional, geográfica e econômica. A análise foi realizada pelo teste Kruskall Wallis. Resultados: Na dimensão organizacional o oferecimento de vale-transporte e cesta básica, foi avaliado como insatisfatório, gerando custos indiretos aos doentes. Baixa oferta de teste para HIV/AIDS aos indígenas e número insuficientes de visitas domiciliar aos não indígenas. Na acessibilidade econômica, os não indígenas tendem a gastar mais dinheiro com transporte para ir até o serviço de saúde. Na dimensão geográfica, a distância entre o Centro de Referência de TB/HIV e os domicílios dos doentes indígenas é uma barreira ao tratamento. Conclusão: A barreira mais importante no acesso foram os custos indiretos, que ocorreram nas duas populações.
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