Brasil
Introduction: Drawing on international recommendations and official documents, the National Curriculum Guidelines (DCNs, in Portuguese) have shifted the focus of pharmacists’ education away from a technical, analytical approach to instead highlight the health–disease process and the role of pharmacists in the Brazilian Unified Healthcare System (SUS). Objective:This article brings to the fore reflections on integrating the training of pharmacists and DCNs, so as to foster a dialogue with technical parameters on the changes needed in the education of these professionals. Methods:A literature rewiew was conductecd over the manin terminology related to pharmacists’ education term. Results: A survey of the research literature on this topic revealed obstacles to the implementation of DCNs, including a lack of consensus on the intended profile of bachelors of pharmacy, variations in the interpretation of DCNs, and the fact that managers of pharmacy programs have a limited understanding of the participation of pharmacists in the SUS. Conclusion: The findings revealed the need for encouragement and continuous efforts by professionals involved in the education of pharmacists, as well as by higher education institutions and their managers, in order to effect wider-reaching changes beyond remodeling an old paradigm—changes which can represent a new philosophy for the pharmacy teaching model.
Introdução: As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN), apoiadas em recomendações internacionais e documentos oficiais, redirecionam o foco de formação do farmacêutico não mais para o produto final, técnico e analítico, mas para o processo saúde-doença e sua atuação no Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivo: Este artigo traz à tona algumas reflexões sobre a integração da formação do profissional farmacêutico e as DCN, trazendo interlocuções com referências técnicas sobre as mudanças necessárias na formação deste profissional. Métodos: Uma revisão bibliográfica foi realizada sobre as principais terminologias relacionadas à educação farmacêutica. Resultados: Foi possível identificar problemas na operacionalização das DCN, apontados em alguns estudos, como falta de consenso em relação ao perfil do egresso que se quer formar, variações na interpretação das DCN, entendimento limitado por parte dos gestores dos cursos de Farmácia no que tange à participação do farmacêutico no sistema de saúde, entre outros. Conclusão: Desta forma, torna-se evidente a necessidade de incentivo e esforços contínuos por parte dos profissionais envolvidos com a educação farmacêutica, bem como das Instituições de Ensino Superior e seus gestores, para efetivar uma mudança que represente mais do que uma reforma de um paradigma antigo, mas uma nova filosofia em relação ao modelo de ensino em Farmácia.
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